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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dia 23 de Abril Dia Mundial do Livro

Este ano lembrei-me de partilhar com vocês um dos primeiros livros que li em miuda e do qual gostei tanto que ando atrás dele a ver se o meu pimpolho o lê também.

Os livros da Condessa de Ségur fizeram as minhas delicias em criança e o meu perdileto foi mesmo este:



Boas leituras

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Eu e os livros



Já vos disse que adoro ler, desde criança que é o meu hobby preferido, por isso livros é coisa que não falta. o meu pai também gosta imenso de ler e acho que herdei esta caracteristica dele.

Como agora tenho muito com que me entreter, mas não consigo abdicar da minha leitura posso dizer-vos que ando a ler 3 livros ao mesmo tempo conforme a disposição. O meu horário de leitura: de manhã ao pequeno almoço (dos poucos momentos em que estou sozinha), por isso estes 3 livros e mais umas revistas e outros livros estão num armario da cozinha.



De há um tempinho a esta parte que ando em busca de livros antigos, clássicos ou não e por isso os alfarrabistas são uma ferramenta útil.
Gostar gostar gosto mesmo é de ir às lojas fisicas e ficar por lá a sentir o cheiros dos livros antigos e a mexer neles, mas como o tempo escasseia por ora, tenho de recorrer muitas vezes às lojas on-line.

Algumas páginas.

Letras & Companhia

Livraria Alfarrabista

Livraria Varadero

Blogue pertencente a uma livraria no Porto

Paraíso do Livro 



terça-feira, 9 de julho de 2013

A minha predileção pelos policiais de Agatha Christie




Aos 18 anos comecei a ler os policiais escritos por Agatha Christie e confesso-me viciada nos seus livros ao ponto de já ter lido alguns mais do que uma vez.

Os seus detectives principais: M. Hercule Poirot e Miss Jane Marple são absolutamente fantásticos cada um ao seu estilo.

M. Hercule Poirot um policia reformado de nacionalidade belga (tantas vezes confundido na sua nacionalidade) tem uma personalidade excêntrica e uma mente brilhante. 

"Por que não seria belga meu detetive? Deixei que crescesse como personagem. Deveria ter sido inspetor, de modo a poder ter certos conhecimentos sobre crimes. Seria meticuloso, ordenado, pensei com meus botões, enquanto arrumava meu quarto. Um homenzinho bem ordeiro. Parecia-me até que o via, um homem muito alinhado, sempre cuidando de colocar tudo no devido lugar, amante dos objetos aos pares, das coisas quadradas, e não redondas. . E seria muito inteligente — teria muitas células cinzentas —, essa era uma boa frase, devia recordá-la: ele possuiria não poucas células de matéria cinzenta. Seu nome seria espetacular — um desses nomes como existiam na família de Sherlock Holmes. Como era mesmo o nome do irmão dele? Mycroft Holmes! E se chamasse ao meu homenzinho Hercules? Ele seria um homem baixo — Hercules seria mesmo um bom nome. Seu sobrenome era mais difícil. Não sei por que me decidi por Poirot. Se fui eu própria quem o inventou, ou se o vi em algum jornal, ou escrito em algum lugar, não sei — mas assentei que seria esse o nome. Combinava bem, não com Hercules, com s, mas sim com Hercule — Hercule Poirot. Estava certo, assente, graças a Deus!(...)"
Esnips Autobiografia de Agatha Christie

Miss Marple é uma senhora solteirona que vive no vilarejo de St. Mary Mead e atua como detetive amadora. Ela desvenda os mais intrincados mistérios, baseando-se apenas em seu profundo conhecimento da natureza humana.  

"Não houve maldade em Miss Marple, ela simplesmente não confiava nas pessoas. Embora ela esperasse o pior, muitas vezes ela aceitou gentilmente as pessoas, apesar do que eles eram".

Agatha Christie-Detectives and Sidekicks

Os detetives secundários que apareceram ocasionalmente em algumas das suas obras são:

Tommy e Tuppence Beresford

Parker Pyne

Ariadne Oliver

Uma das suas obras mais conhecidas é sem dúvida o Crime no Expresso do Oriente, mas pessoalmente o meu livro preferido é mesmo o último Cai o pano: o último Caso de Poirot.

 

 

 


domingo, 16 de junho de 2013

#04 Leituras ao Domingo: A Princesa de Gelo e Camila Lackberg



Esta autora escandinava é considerada a nova Agatha Christie. O seu sucesso internacional adveio desta obra, A Princesa de Gelo.

O que começa por parecer um suicídio trágico da jovem Alex acaba por revelar o passado perturbador da pequena cidade onde esta residia.

Uma verdadeira teia intrincada de personagens densos e complexos, bem ao gosto dos apreciadores deste tipo de histórias policiais.

sábado, 18 de maio de 2013

Leitura recomendada: Os segredos de Jin-Shei

De Alma Alexander
Li este livro há uns anos atrás e por acaso esta semana veio-me parar às mãos. Quando o revi lembrei-me desta maravilhosa história passada na China Medieval e que nos relata a história de uma irmandade sagrada.
 
"Os segredos de Jin-Shei é uma saga intensa, uma história épica e mística, mas simultaneamente real e humana, que absorve o leitor à medida que acompanha o amadurecimento das protagonistas num mundo antigo onde os elementos do sobrenatural e da magia se entrecruzam com o drama humano da existência e da demanda pela imortalidade."

Boas leituras!

domingo, 12 de maio de 2013

Leitura recomendada: Chocolate Histórias para ler e chorar por mais



Primeiro tenho de dizer que sou chocolato-dependente, é a minha gula. Por isso adorei as receitas apresentadas neste livro; quanto às histórias há as para todos os gostos, mas também quando as autoras são Alice Vieira, Catarina Fonseca, Isabel Zambujal, Maria do Rosário Pedreira e Rita Ferro só se podem esperar leituras deliciosas.

Boa semana e boas leituras!

domingo, 21 de abril de 2013

Sugestão de leitura: Comprometida de Elizabeth Gilbert




Da autora do best seller Comer Orar Amar surge a continuação da sua história de amor num excelente relato na primeira pessoa das vivências do amor na vida real. 

Confesso que gostei mais deste segundo livro do que do anterior. As suas experiências neste novo relacionamento que sobrevem a um divórcio dificil são excelentes exemplos de como nos podemos e devemos posicionar numa relação amorosa com o outro.  

Espero que gostem.
 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

As minhas leituras mensais de revistas




Apesar de toda a informação que temos disponivel pelo cibermundo nos dias de hoje, eu adoro papel e por isso não dispenso ter a casa com revistas, jornais e livros por tudo quanto é sitio. Gosto do prazer de me sentar a ler (cada vez vai sendo mais dificil, porque um filho pequeno ocupa-nos bem o tempo e as leituras com ele são infantis e é sempre bom revisitar os contos da minha infância e decobrir novos). Mas voltando às minhas leituras, como dizia gosto de mexer em papel, do seu cheiro e da sua textura e por isso mesmo irei continuar a comprar livros e revistas.

A Máxima e a Vogue Portugal são as minhas revistas de leitura quase que obrigatória todos os meses. claro que compro outras de vez em quando, mas estas duas são as omnipresentes.

Tanto pelo grafismo, como pelos artigos escritos a qualidade destas publicações são de topo pelo menos para mim.

Aproveito para felicitar a nova diretora da Revista Máxima que assumiu funções recentemente e desejar-lhe que continue o ótimo trabalho até aqui desenvolvido e que tantos leitores tem fidelizado ao longo dos anos. 

E vocês gostam de ler revistas, ou renderam-se aos conteúdos digitais?




sábado, 23 de março de 2013

Leitura recomendada: a ver se nos entendemos...








O livro que aqui vos mostro foi-me indicado há cerca de um ano, por uma pessoa que muito estimo e que teve um casamento de 40 anos, com tudo a que se tem direito num relacionamento de uma vida.

Querem saber se opera milagres? Não, os bons ou os maus relacionamentos dependem das duas pessoas que compõem o casal e da disposição que ambas vão ter de ter para aguentarem o "barco" e levarem-no até ao fim da viagem.

O que este livro demonstra é uma coisa tão simples e básica e que no entanto não é de fácil compreensão: Homens e mulheres são diferentes na sua essência, porque a natureza os dotou de capacidades inatas distintas para não só, poderem sobreviver, mas também para se relacionarem entre si e em comunidade. As diferenças que tantas vezes nos afastam, deviam antes ser vistas como complementares e motivo de união.

"Para lhe provar o seu amor, ele trepou  às mais altas montanhas, mergulhou nos mares profundos e atravessou os desertos mais áridos. Apesar disso, ela foi-se embora: ele nunca estava em casa"

O masculino e o feminino não são iguais, e é na diferença que está a complementaridade.


Boas leituras