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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Mais um anuncio banido porque a cachopa é uma trinca-espinhas



YSL
Cliquem em cima da foto para ler notícia

 


Pelo menos seria assim chamada aqui no Norte: uma trinca espinhas, um pau de virar tripas ou seria avisada de que se fosse a Braga ou Guimarães (nunca sei em qual das cidades é que se fazem as ditas facas)  as pernas ficavam lá para cabos de facas. 

Brincadeiras à parte, a rapariga é magra, é claro que é, pessoalmente acho que a roupa fica melhor em mulheres com mais curvas. Mas daí até mandar banir o anúncio de uma marca como a YSL será um bocado a mais. Esta perseguição que se instalou é como tantas outras fruto de preocupações de cabeças que parecem ter pouco com que se entreter. 

Quem de levanta contra estas pessoas magras, não parece nada preocupada com o facto de cada vez mais existirem raparigas e até mesmo rapazes com níveis de obesidade elevados, com colesterol e diabetes elevados, com problemas psicológicos e emocionais sérios. 

Quando eu era miúda havia um ou dois gordos na turma, alguém já reparou este numero disparou nos ultimos 20 anos de forma assustadora? 

E campanhas de prevenção para este problema, onde estão elas? E pessoas a lutar para acabarem com a obesidade infantil e juvenil? 

Claro que a magreza extrema não é sinal de saúde e eu não defendo que as pessoas sejam todas magrinhas, mas gostaria de ver as mesmas pessoas que se levantam num coro de protesto contra estas modelos fazerem o mesmo ruído pela luta contra a obesidade.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Dar a conhecer os grandes mestres da pintura aos mais pequenos

É a proposta da Revista Visão. A partir de hoje vai ser publicada uma coleção de 8 livros de grandes mestres da pintura para os mais pequenos. 

As personagens Violeta e Indigo vão viajar no tempo para conhecerem Picasso, Leonardo Da Vinci, Renoir, Velázques, Rembrandt, Degas, Van Gogh e Almada Negreiros. 




Porque uma educação sólida requer conhecer o passado - de forma divertida - para compreender o presente e projetar o futuro. 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

As crianças e os comportamentos menos positivos: tudo se resolve no psicólogo, ou então não




Ai o meu menino não se está a dar bem na escola, entrou há uma semana e já está sozinho na carteira e tem caras amarelas ou vermelhas nas fichas diárias de avaliação. Vou leva-lo a um psicologo, não pode ser, coitadinho do meu menino. 


Ouço várias vezes este comentário sendo que a última foi este fim de semana e o meu pensamento é sempre o mesmo: e os pais falarem com a criança e procurarem compreender o que se passa? 


Não, nada disso. Os pais passam verdadeiros atestados de incompetência parental porque no fundo têm medo de errar e acham que têm de ser outros e de preferência psicologos a resolverem questões que são da sua única responsabilidade, que deviam ser resolvidas na família em conjunto. Porque os psicologos é que sabem, porque o meu filho(a) só pode ter uma doença qualquer e nem pensar que a criança pode precisar de algum tempo para se adaptar, que há algo que não goste, que se sente desacompanhada porque os pais não falam com ele(a). Não, hoje em dia tudo é uma doença qualquer para a qual há comprimidos milagrosos.

As crianças sentem medo do desconhecido, sentem-se inseguras e com medo de falhar, a entrada num infantário ou na escola seja no primeiro ano, seja em outros anos é sempre um momento stressante e angustiante para a criança. Depois dependendo do tipo de personalidade de cada um, da forma como foram educados a lidar com questões novas a reação vai sendo diferente. Há os que vão em frente não querendo demonstrar o que sentem e remoem ou choram num canto em silêncio. Há os que exteriorizam tudo e choram todos os dias à porta da escola , há os que se sentem revoltados e reagem descarregando o seu mal-estar nos professores e nos colegas. Há muitas reações para o mesmo sentimento: medo do que não se conhece, medo de falhar e de ser castigado. 

A primeira abordagem tem de ser sempre feita pelos pais com calma, muita paciência e muito carinho.  Têm de conversar com os vossos filhos, não há outra forma, ouvir o que eles sentem com a mente aberta, aceitar o que eles vos dizem - ainda que tenham de ouvir o que não queriam - apoia-los e incentiva-los tantas vezes quantas sejam necessárias. É preciso compreender que o mau comportamento é revelador de problemas profundos que têm de ser tidos em conta o mais rapidamente possível para que não evoluam para situações mais graves. Não é castigar por mau comportamento que se evita que o mesmo se repita é preciso entender o porquê de um determinado comportamento e perceber o que pode ser feito para que não se volte a repetir, castigos em excesso só aumentam mais ainda os comportamentos indesejados. 

Os pais são quem sabe o que é melhor para os seus filhos. Todos temos dentro de nós a capacidade para os ajudar, mas hoje em dia muitos pais parecem não acreditar nisto, ou então com medo de falhar preferem que seja outra pessoa que nem sequer conhece a criança que tem à sua frente a resolver questões que são da competência dos pais. 

Vou partilhar convosco algumas dicas que vos ajudem

- Antes de mais nada lembrem-se como eram quando tinham a idade do vosso filho e como se sentiram quando entraram para a escola, peçam ao outro pai para fazer o mesmo. Quase de certeza que vão encontrar semelhanças entre comportamentos que vocês tiveram e que os vossos filhos estão a ter. 

(Exemplo e eu e o marito fomos crianças reservadas, que não gostavam de confusão, que não tinham muitos amigos e que nas aulas queriam tudo bem feito e nem pensar em ter mau comportamento. Está bom de ver que o pimpolho é igual: é pacato, não gosta nada de colegas turbulentos, quer tudo bem feito e só quer ter caras verdes na folha de avaliação).

- Ouçam os vossos filhos. Sabem porque é que temos dois ouvidos e uma boca? Para escutarmos mais do que falamos. Digam-lhe que vos podem contar tudo, mesmo tudo porque vocês querem ajuda-lo. 

- Não gritem, não ameacem com mais castigos, não lhe digam que são maus (podem pensar isto tudo e sentirem-se frustrados, mas não o verbalizem). 

- Encontrem sempre o lado positivo e tentem caminhar de forma a encontrar soluções. Sejam assertivos, comecem com regras simples. 

- Expliquem-lhes quais as consequências do comportamento (exemplos: os meninos não vão gostar deles, não vão ter ninguem com quem brincar, a professora fica triste com esse comportamento, os pais estão tristes com as caras amarelas ou vermelhas).

- Se a falha é vossa, aceitem-na e façam tudo para corrigir o vosso erro e muito importante reconheçam e peçam desculpa aos vossos filhos. Vocês não têm de ter imagens perfeitas perante os vossos filhos, não é vergonha nenhuma mostrar que se errou, aliás só assim vocês podem fazer com que eles admitam os erros deles. 

- Falem com o(a) professor(a) e procurem soluções em conjunto.

- Mas o mais importante é que percebam que são os responsaveis pelos vossos filhos, que não há fórmulas mágicas, que não há teorias que sejam leis, que ninguém conhece melhor os vossos filhos ou que vai operar milagres. 

- Tudo se resume à família: num ambiente de diálogo mutuo, de abertura, de acompanhamento desde os primeiros meses de vida dos nossos filhos, de estabelecimento de regras desde pequenos, tudo acaba por fluir. Claro que problemas vão sempre existir, mas se houver alguns destes alicerces será mais fácil corrigi-los.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Aqui está mais uma prova de que as pessoas quando querem implicar conseguem ter uma imaginação muito fértil

A ZARA lançou um pijama para criança que teve de retirar de seguida do mercado, tudo porque houve umas vozes que se ergaram a criticar a semelhança entre a camisola do pijama e a farda usada pelos judeus nos campos de concentração.


Esta é a camisola do pijama




Esta foi a farda usada pelos judeus




Descubram as semelhanças. 

Os criticos acharam as riscas  e a estrela, por acaso não se vê na foto, mas os judeus usavam-nas numa tira amarela e é a estrela de David.

O que se vê realmente na camisola: são umas riscas horizontais finas  que nada têm a ver com as da imagem abaixo e quanto à estrela, creio que seja em tudo semelhante à usada pelos Sheriff nos EUA



Haja discernimento. Chega a ser ridiculo e revelador da quantidade de gente desocupada que existe; para a troco de uma simples camisola de pijama andarem armados em defensores das vitimas do Holocausto (que foi um episódio horrendo na História da Humanidade). Claro que a marca nunca quis ofender a memória destas pessoas, apenas queriam fazer um pijama engraçado para os miudos. 

É preciso deixarem-se de ser choninhas, arranjarem o que fazer, mas acima de tudo ter uma mente um pouquinho mais aberta e não verem más intenções ou intenções ofensivas onde elas não existem.

O link da noticia aqui

terça-feira, 22 de julho de 2014

Como saber que se bateu no fundo do poço

ou como eu descobri que estou a precisar de descanso antes que acabe por envenenar a família acidentalmente ou me internem num hospício porque os miolos fritaram.

Deixem-me esclarecer o seguinte: estou na 98ª virose desde o inicio do ano lectivo. Este ano lectivo o pimpolho foi para a pré-escola pela primeira vez e a nossa saúde foi-se logo ao 4º dia de frequência em que ele apanhou uma coisa semelhante a uma gastroenterite e nós (pais) também.  Está claro que o pediatra das urgências exultou de alegria porque segundo ele quando os filhos vão para os infectários infantários os pais ficam vacinados. E nós pais não acreditamos e pensamos: está bem está, nós em crianças tivemos todas as doenças e mais alguma a nós não nos pega nada. Pois... ou então pega. Esquecemo-nos que a última vez que tínhamos estados doentes e criança tinha sido há 30 anos! Os micróbios andaram metidos uns com os outros - tipo orgia - e depois criaram-se outras espécies e nós não conhecíamos essa nova bicheza e por isso andamos sempre doentes.

Então vamos lá às cenas caricatas do dia:

1ª - perguntar a uma colega que conheço há 10 anos porque é que o nome dela aparece no identificador de chamada do telefone fixo quando atendo a chamada dela. Só ouço pessoal a rir às gargalhadas. OK haja bom humor no local de trabalho.

2ª - pegar no tacho para cozer a massa e em vez de lhe deitar água, deitar... detergente.

E agora vou mas é para a cama antes que coisas mais estranhas aconteçam.

 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A vez dos pais - um texto que deve ser lido por todos mas em especial pelos pais angustiados e aflitos do século XXI

Isto da parentalidade tem sempre muito que se lhe diga e o que eu concluo quase todos os dias é que não há verdades fundamentais, não há pais perfeitos nem filhos perfeitos. Há apenas seres humanos que tentam ser felizes e criar filhos que saibam encontrar o seu lugar no mundo e se possivel serem também eles felizes.

Não acredito em teorias nem em correntes educacionais, acredito que cada um de nós tem dentro de si o potencial para transmitir ao seu filho o melhor e que só tem mesmo de se esforçar todos os dias por faze-lo sabendo que muitos vão ser os dias em que vai falhar mas que em tantos outros vai acertar. O que interessa é não desisitir.

Mas hoje o texto que aqui partilho da autoria de João Miguel Tavares é dedicado ao homem/pai trabalhador e prestador de cuidados e aviso desde já deve ser lido com um espírito aberto.

Leiam-no, apesar de ser extenso não é uma enciclopédia e vai ajudar a perspectivar algumas questões. 

"Ter filhos é ótimo o chato é ser pai".

terça-feira, 6 de maio de 2014

Podia ter sido no Dia da Mãe, mas qualquer dia é bom para deixar isto escrito

Coisas que tento manter sempre em mente para conseguir melhorar como mãe e ter uma relação cada vez melhor e bem alicerçada com o meu pimpolho.

- Pensar em mim quando era pequena e em como gostava que me tratassem e trata-lo a ele de igual forma.

- Criar um espaço só nosso onde ele me pode contar tudo mesmo aquilo que ele tem medo de contar porque me vai magoar.

- Aceita-lo como é e não como gostaria que ele fosse.

- Ter espaço para o ouvir e estar com ele e só a ele dar atenção todos os dias 

- Ser uma pessoa melhor por ele, fazer coisas que não faria se não o tivesse se isso o beneficiar.


- Saber que mesmo errando uma e outra vez posso sempre consertar os erros e pedir perdão por falhar

- Nunca desistir de lhe transmitir valores em que acredito, mesmo quando o mundo à volta está às avessas.

- Sorrir, dar colo

- Ter paciência seja para os erros dele seja para aguentar tanta energia quando estou quase em nenhuma


Fazer tudo isto todos os dias mesmo que seja à custa de me obrigar a cumpri-lo, por ele, mas também por mim.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Acerca da vacinação: um testemunho médico

 
in Turma da Mônica



Começa a ser preocupante a proliferação dos movimentos antivacinação pelo mundo, por isso ao ler este artigo por Teresa Mendonça do blogue Pais de Quatro e que é médica achei fundamental partilha-lo aqui no SGA porque é de facto importante que os pais estejam elucidados acerca desta questão para que possam em consciência tomar as suas decisões 

Podem ler o texto aqui

quarta-feira, 26 de março de 2014

Acerca da parentalidade e do como ela é vivida

Li hoje este texto sobre parentalidade que é de facto um retrato da realidade da maioria de nós.

Sofia Anjos escreveu-o para o Jornal Público com o título: "Temos filhos para os ver dormir"

Fiquei com um nó na garganta e um aperto no coração porque estas palavras não podiam descrever melhor aquilo que sinto. Tive um filho para depois concluir que a maior parte do tempo que estou com ele, ele está a dormir. Porque não há politicas de parentalidade e as poucas que há não são postas em prática na maioria das organizações porque as entidades patronais estão apenas e tão somente interessadas em ter os seus funcionários longas horas amarrados (de preferência com aquela bola de chumbo que os irmãos metralha usam) aos seus postos de trabalho.

segunda-feira, 3 de março de 2014

#25: Leituras ao Domingo: Os mais belos contos de Grimm, Andersen e Perrault

A sugestão desta semana foi para um livro de contos que andei a ler ao pimpolho nestes últimos dias. Desde bebé que lhe leio histórias todas as noites. Como adoro ler acho importante passar esse gosto ao meu filho e desde cedo se devem começar os bons hábitos.

Os meus livros preferidos em criança eram, como não podia deixar de ser, os contos clássicos: os irmãos Grimm, Hans Christian Andersen e Charles Perrault para citar alguns. 

Já lhe tinha comprado uma primeira coleção de contos, mas era uma versão muito curta e até alterada em alguns aspetos, mas como o pimpolho tinha três anos achei que sim para começar. Na semana passada o marito apareceu com um livro que reunia os contos todos com ilustrações lindas e as melhores versões. Os meus olhos até brilharam de satisfação e assim passei alguns serões a reler estes contos ao pimpolho que apreciou estas versões mais completas - ter seis anos já faz bastante diferença. 

Ficam aqui algumas fotos e a sugestão de leitura:














quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Acerca da co-adoção: o excelente depoimento do pediatra Mário cordeiro



Vale bem a pena ouvir este depoimento livre de moralismos ou ideias balofas do pediatra Mário Cordeiro.

Não saberia descrever melhor aquilo que ele aqui nos testemunha.


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vamos a simplificar e a libertar as mãos







Quando vi isto publicado pensei: bem até pode ser uma imagem muito romântica das acrobacias que uma mãe tem de fazer quase todos os dias, mas depois a minha embirração com coisas fofinhas e lamechas e o meu inato sentido prático falou mais alto e decidi arranjar alternativas que ajudem as mães a aliviar a carga.

- Mãos dadas: nada a apontar, aliás recomendo vivamente que ensinem os vossos filhos (desde que começam a andar) a dar a mão ao adulto que os acompanha. Por motivos de segurança (cair no cimento, correr para a rua não são boas opções); para não perturbarem as outras pessoas (sou mãe mas detesto ver miudos a correr desenfreados nos passeios e a irem contra tudo e contra todos, em supermercados quais macaquinhos à solta); nos shoppings e noutros locais onde nos podem desaparecer da vista em segundos.

- Brinquedos: se andam na rua e de mão dada não levam brinquedos. Metam os brinquedos no saco da criança ou na carteira, mas nas mãos deles ou vossas é que não. Se caem sujam e já não podem voltar a ser usados, ou caem e ficam perdidos e depois é um berreiro. Só atrapalham.

- Chapéu de chuva: claro que não os devem deixar apanhar chuva mas não se esqueçam de um bom carapuço ou gorro também ajudam e protegem-nos.

- Sacos das compras: há duas alternativas que eu por experiência própria usei e uso com resultado. Quando há carrinho de bebé as sacas arrumam-se por baixo - quase todos os carrinhos têm aquele "saco" por baixo" podem pendurar-se nas pegas - mas aqui atenção ao peso para não desiquilibrar.
Se já não há carrinho de bebé arranjem um carrinho de compras com rodinhas - sim esse mesmo que vocês vêm as senhoras de idade a usar - esqueçam lá a vaidade porque são preciosos aliados. Primeiro podem levar o bebé ao colo ou a criança pela mão e em vez de transportarem os sacos todos numa mão o que vos vai estourar a coluna. Segundo vai tudo arrumado num sitio só, menos riscos de perderem algum saco. Terceiro poupem a vossa coluna que quando se tem um bebé ou filho pequeno tão sobrecarregada já está. Quarto ficam com um ar menos esgazeado do que tentar carregar com 10 Kgs de compras mais a criança.

- As chaves: nos bolsos para não se perderem e não ocuparem as mãos. Faz-se assim: tiram-se da carteira ou do carro e metem-se no bolso. Fácil.

Estão a ver como a vida pode ser bem mais simples, claro que eu comecei com uma situação deste género, mas puxei pela cabeça e adaptei-me à nova realidade que é andar com filhos e fazer compras ou passear ou sair para qualquer lado sem terminar tudo em malabarismos.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Influência dos Elogios no Desempenho das Crianças



Este texto publicado no  blogue Up  to Lisbon Kids   do  psicologo e mestre em educação Marcos Meier devia ser de leitura obrigatória para todos os pais e por isso eu faço aqui a minha parte ao partilha-lo convosco.


"Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.”

Marcos Meier

Leiam o texto aqui

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Movimento Slow Parenting (pais sem pressa) um bom conselho


Li um post sobre esta temática no blogue Mum's the boss e como partilho totalmente deste tipo de educação menos cronometrada tinha de vos deixar aqui este bom exemplo: "slow parenting" (pais sem pressa)

Por favor desacelerem os pais primeiro e para que os vossos filhos possam também desacelerar. Só temos mesmo esta vida porque não deixar as crianças usufruirem de todas as etapas de forma mais calma e mais livre. 

Lembro-me sempre do que contou certa vez a irmã Alice (uma freira que era um doce) que trabalhava num colégio interno.

"Certo dia ao ir deitar os miudos, como de costume houve um que se aproximou de mim e me disse:

- Irmã amanhã acorda-me bem cedinho?

- Porque é que queres que te acorde cedinho?

- Para ter mais tempo para brincar irmã.

Sim o trabalho daquele miudo é brincar, tal como deveria ser o da maioria das nossas crianças."

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Um banho muito especial para bebés (que doçura)



A enfermeira Sonia Rochel, de origem francesa,  desenvolveu uma nova terapia para dar banho a bebés recém-nascidos até aos 2 meses. Este método foi desenvolvido com base em anos de experiência, observação e também reflexão.

Depois de assistirem ao video vejam a descrição da enfermeira acerca desta técnica clicando onde diz show more


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Porque os nossos rapazes merecem



Como mãe de um rapaz não descuro nas escolhas da roupa que ele utiliza e se bem que dizem que para as meninas há mais coisas e há o cor-de-rosa, tenho de dizer que sempre me diverti bastante a comprar roupa para o J desde bebé e cada vez mais há soluções interessantes no mercado.

Para as próximas estações seleccionei alguns looks que gostei bastante e que aqui partilho.

GANT


GANT



H&M


H&M
H&M
H&M


H&M
ZARA
ZARA
ZIPPY


BENETTON
BENETTON