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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Ora sejam muito bem aparecidos

Quer dizer eu é que andei desaparecida destas bandas, mas entre férias, regresso ao trabalho a 110% e "preguicite" aguda deixei que o tempo fosse deslizando lentamente entre dias  quentes e longos muito mais num convite ao descanso do que à escrita.

Também me afastei para fazer um regresso ao passado para lá aprender a lidar com o presente  e encarar o futuro. Não pulei para nenhuma máquina do tempo, mas dediquei-me às leituras. Adquiri algumas obras antigas onde através da sabedoria dos mais antigos, mas que prevalece actualissima tenho encontrado algumas respostas a questões tão variadas e pertinentes.

Penso que a facilidade de se escrever nas redes sociais, de publicar conteúdos e sobre tudo ter uma opinião se está a tornar num aspecto um pouco nocivo nos dias que correm já que há muita informação publicada, mas a veracidade e a qualidade da mesma deixam em muitos casos muito a desejar.

Foi precisamente por sentir falta de conteúdo ou por ter as minhas dúvidas com relação à veracidade que optei por ir buscar fontes anteriores e mais fiaveis e de facto a conclusão a que chego é que por muitas voltas que este mundo dê as coisas não mudam efetivamente assim tanto e algures lá atrás está a resposta. Se calhar tem a ver com o movimento de rotação da terra em torno do sol que faz com que sempre giremos numa roda - qual ratinho na rodinha que tem na gaiola - e que se alguns problemas foram resolvidos e ficaram no passado muitos outros são actuais hoje como o eram há 100 anos atrás. Procuram-se novas respostas e novas abordagens, que muitas das vezes já foram encontradas, mas rejeitadas por um suposto progresso da humanidade. 

Mas esse progresso está mesmo a acontecer, ou não estará a ocorrer um retrocesso? Gosto de acreditar que no geral estamos a evoluir, mas não dúvido que existam áreas onde os tons de cinzento são bem maiores no presente do que o eram há algumas décadas atrás. 



 




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Algumas observações

1 - Primeiro eram todos Charlie agora são todos pelas crianças da Nigéria, mas que raio é que se passa? Porque é que subitamente a opinião pública tem toda ser por este ou por aquele e postar isso em tudo quanto são redes sociais e blogues e sei lá mais o quê? 

Acordaram agora para as injustiças e assassinatos que se cometem todos os dias há décadas? 

Soa-me sempre a hipócrita, a querer ficar bem na foto, a querer ter no mural o mesmo que o vizinho tem só porque agora é cool. 

A mim causará sempre estranheza estes fenómenos de massa em que todos têm que ir atrás do rebanho, sem no fundo entenderem bem o que significa ser Charlie ou ser pelas crianças de algum lado. 

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2 - Todos os dias me deparo com fotos e declarações de amor e músicas dedicadas ao mais-que-tudo ou  à rainha da minha vida  Para depois se vir a descobrir que portas dentro de casa anda tudo engalfinhado e ninguém se entende.

Conclusão: começa a ser hora de se colocar os pés no chão, de reservar a vida privada no foro da vida privada, de se deixar de querer a exposição pública a todo o custo, de estar sempre a competir com o vizinho do lado, de se querer estar sempre bem na foto, de seguir o rebanho só porque sim.

Quando é que vão começar a compreender que o Politicamente Correcto, o excesso de tolerância, o excesso de ser cool, de tudo se aceitar sem nada ser questionado está a tornar algumas pessoas em seres sem valores nem princípios, bem mais irracionais que os outros animais assim designados.


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Ando com apetite a mais...

Só ouço as pessoas queixarem-se do frio - e céus como tem estado um gelo - mas eu queixo-me de uma consequência nefasta do frio: só me apetece comer!  Como adoro cozinhar é a desgraça total! Porque há tantas receitas deliciosas para testar e tanto tempo em casa para passar na cozinha onde até aquecemos com o fogão ligado. 

Depois vem a culpa, depois tento compensar com exercicio e prometo que é só mais um dia. No Domingo prometi que segunda-feira começava a controlar-me. Mas foi tudo em vão. Fiz um pão doce, comprei bolachas de chocolate e ó céus o que comi e o que me apetecia comer.

Ainda tentei compensar bebendo um litro de chá verde com gengibre e laranja, mas estou-me a enganar-me a mim mesma, é o que é. 

Bolas tenho de refrear o apetite! 



Tenho de ser mais forte do que a minha vontade de comer, é o que é!






quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Charlie Hebdo uma análise profunda

Feita por Boaventura Sousa Santos no jornal Público e que eu aqui partilho convosco, por considerar um dos melhores artigos que li sobre este assunto.

"Charlie Hebdo: uma reflexão difícil"

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Depois há aqueles dias em que tudo começa a correr mal sem se saber examente o que originou tamanha catástofre

Depois há aqueles dias em que tudo começa a correr mal sem se saber examente o que originou tamanha catástofre, se foi uma mensagem, uma palavra um pequeno nada que nos faz despertar o monstro que vive no lado mais negro de cada um de nós. E o monstro sobe e instala-se no nosso coração e ocupa-nos a alma e nós vamo-nos transformando ainda que de principio não nos estejamos a aperceber disso, porque a culpa é sempre dos outros e da vida no geral que é quase sempre madrasta. 

Até que um dia há uma voz há nossa frente que nos diz: tu não gostas de mim porque se gostasses não me falavas assim. E zás grande estalo bem dado mesmo em cheio! Cai-nos tudo e ficamos atordoados com a força daquelas palavras, com a sua dura verdade. Como?!? Não gosto de ti? Que disparate é esse, claro que gosto de ti! Falo-te assim porque gosto de ti. As nossas respostas são estas: defesa, justificações e desculpas da treta é o que é. A verdade é que gostamos e muito até mas falar assim diz ao outro que não gostamos nada dele, porque as palavras nem sempre o vento as leva, ficam muitas vezes gravadas a fogo na memória e no coração de quem as recebeu. 

Raios! Não se pode continuar assim, senão estraga-se tudo de uma forma irremediável. 

Moderar as palavras, treinar o sorriso sorrir mesmo sem ter vontade nenhuma de sorrir, fingir o sorriso até que este se torne verdadeiro, morder a língua antes de ser áspero, ter calma, ser tolerante, compreender que o tom de voz tudo muda, pensar mais do que falar. Sobretudo compreender onde tudo começou e quais as nossas culpas e olhar ao espelho e ver os olhos malévolos que estão por de trás. Pedir perdão, corrigir, arcar com as culpas, mas saber utilizar os erros para avançar. 

Quando se voltar a cair voltar a repetir o mesmo processo, se possivel refrear o tempo que demoramos a apercebermo-nos que deixamos a porta destrancada da jaula do monstro.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Um video inspirador: The invisible woman



De tantos vídeos, conselhos,  guias e gurus orientadores ou com pretensões a orientar a vida dos outros que circulam por essa internet fora, este sketch de uma mulher mãe, dona-de casa como tantas de nós, bateu fundo cá dentro e fez-me dar uma volta positiva na forma de olhar para as relações familiares que tantas e tantas vezes são causadoras de desconforto, de desgaste e conflitos. 

A ideia geral é a de que, tal como os construtores das grandes obras de arte mundiais que votaram as suas vidas à construção de uma basílica ou outro monumento sem nunca terem sido reconhecidos, também nós mulheres quando realizamos as nossas tarefas, educamos os nossos filhos, olhamos pelos nossos maridos ou outros familares, estamos a construir uma obra de arte ainda que não recebamos o reconhecimento que esperamos, ainda que sejamos muitas vezes "invisiveis" aos olhos dos que nos são próximos, ela está a ser construída tijolo a tijolo e o legado permanecerá seja nos nossos filhos ou nas memórias dos que nos são próximos. E para os crentes a ideia de que Deus fica satisfeito e reconhece o nosso trabalho diário quando mais ninguém o faz é a mais reconfortante de todas. 

E foi assim que eu aprendi a relativizar tantos pequenos aborrecimentos que eu me consumiam e desgastavam tantas e antas vezes.

 



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

10 coisas que gosto de fazer quando a minha vida está em modo up side down






1 - meditação orientada

2 - ouvir música relaxante

3 - Praticar yoga

4 - cheirar lavanda

5 - cozinhar

6 - comer bem

7 - Respirar bem fundo

8 - Ler bons textos 

9 - Repetir o mantra: vai acabar por melhorar, sim um dia vai acabar por melhorar

10 - Estar grata por tudo de bom que tenho, mesmo que estejam a chover problemas na minha vida. 

Repeti-las durante o dia sempre que a ansiedade regressa ou que mais um problema salta da cartola.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Quando se pensa que não se pode descer mais baixo, ficam aqui três exemplos de que o poço é muito mais fundo.

Est semana tomei conhecimento de três eventos que demonstram bem como a sociedade actual está em queda livre no abismo da boçalidade humana.

A conceituada (?) revista Vogue publica em grandes parangonas um artigo a celebrar os traseiros de proporções XXL como sendo o que de melhor se pode esperar de uma mulher. Uma revista com mais de 100 anos de existência e que sempre se pautou por princípios de rigor, de elegância e de sobriedade, embarcou nos últimos anos em modas muito pouco abonatórias. 

Leiam a pérola que aqui vos deixo:

"We’re Officially in the Era of the Big Booty"

Um dia depois mostram-me este video de música supostamente como sendo um videoclip a sério e não uma sátira. Se vos acontecer como a mim e chegarem ao fim dos dois primeiros minutos sem perceberem nada, não estão a ficar surdos o problema é mesmo dos cantores. 

 

E por fim um tesourinho verdadeiramente deprimente. O testemunho de uma senhora, com idade para ter mais juízo do que aquele que tem, acerca da abertura da nova loja Primark no Norteshopping.

(cliquem na frase para verem o video)

Quando se pensa que não se pode descer mais baixo, ficam aqui três exemplos de que o poço é muito mais fundo. 


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ainda a propósito dos sonhos de infância






Para vos dizer que em miuda o meu sonho era ser bailarina de ballet clássico. A minha mãe, senhora de ideias vanguardistas  pós 25 de Abril optou por me colocar na ginástica - eu gostava é claro que gostava e está claro que até poderia ter enveredado pela alta competição não fosse a mãe ter decidido que os estudos eram o mais importante e não andar por aí a fazer pinos, mortais, piruetas em cima de traves, etc. Mas aqui confesso que eu gostava mesmo era de ir espreitar as aulas de ballet na outra sala, sempre que podia. Aquela professora, que na altura contava já com 60 anos, ensinava posturas, passos àquelas meninas de maiot cor-de-rosa e sabrinas cor de rosa de pontas. E nos saraus era mesmo lindo vê-las dançar. Em casa eu podia dançar em bicos de pés, mas claro que nunca em pontas, e o meu maiot era em azul turquesa e as sabrinas eram brancas, mas o que importava mesmo era dançar porque na minha cabeça tudo era cor-de-rosa. Toda a vida gostei de dançar mas o sonho de ser bailarina foi ficando na infância. Até que num dia de Agosto descobri o método Ballet Beautiful. Não se trata de ter aulas de ballet, mas sim de treinar com base no ballet. E é ótimo ter a oportunidade de treinar com base neste método. Desde então são os meus exercicios diários e sinto-me tão bem a pratica-los porque me trazem as memórias cor-de-rosa e foi a minha forma de pôr em prática o meu sonho de criança. 

Deixo-vos aqui uma das entrevistas concedidas pela mentora do projeto para que possam conhecer um pouco mais deste método e compreenderem a diferença relativamente a outros métodos de treino. 

Sonhos de criança concretizados na idade adulta






Quando somos pequenos todos temos um ou mais do que um sonho: ser médico, patinar, ser jogador de futebol, ser cantor, ser bailarina, ser pintor, eu sei lá a imaginação não tem limites assim como os sonhos. Mas depois a vida dá umas quantas voltas baralha-nos os sonhos, crescemos e eles ficam por concretizar. Um dia mais tarde se tivermos filhos vamos querer que eles cumpram esses nossos sonhos, poque o nosso tempo passou, claro está que as nossas crianças têm os sonhos delas e na maior parte das vezes não coincidem com os nossos, porque a infância deles não é a nossa infância. Há pais que lidam mal com isto e que querem obrigar os filhos a serem o que eles não conseguiram ser, sem nunca compreenderem que se isso os deixaria felizes tal sonho pode-se tornar num fardo para o filho e não deixa-lo feliz. 

Mas o que é importante perceber é que nós é que não devemos desistir dos nossos sonhos e que mesmo na idade adulta estamos muito a tempo de os concretizar, se não formos médicos podemos sempre aprender algo nesta área frequentarmos formações que nos confiram noções básicas e que até podem ajudar outros. Se não somos jogadores de futebol podemos sempre fazer uns jogos com os nossos amigos e filhos pois claro, podemos sempre inscrevermo-nos num curso de pintura, num coral, ou voltarmos a tocar aquele instrumento que aprendemos em pequenos. 

Ontem ao falar com uma pessoa conhecida descobri que o sonho dela de criança era saber andar de patins e que tinha pena de não tre aprendido. Mas isso vai mudar me breve porque se vai inscrever numa escola de patinagem e o filho mais velho vai com ela porque também quer experimentar. Conheço algumas pessoas que quando se reformaram foram para as chamadas universdidades seniores e se dedicaram a retomar as suas actividades preferidas fosse pintura, escultura ou música. 

Ou seja não há uma idade especifica para realizarmos os nossos sonhos de criança e nunca se esqueçam disso. 

 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ainda bem que já estou a meio da semana

Segunda-feira: primeiro dia de aulas do pimpolho no 1º ano. No Domingo estava a mochila pronta verifiquei tudo 10 vezes a ver se não faltava nada, não o podia deixar ir para a escola sem os materiais pedidos. Segunda de manhã preparar lancheira, verificar mais duas vezes a mochila e duas a lancheira. Lá vamos nós pela rua fora (sim a escola é mesmo a dois minutos de casa) chego à escola consigo entrar no recreio durante 30 segundos e ainda com uma vigilante a dizer: - tem de sair, não pode estar aqui, tem de sair, tenha paciência. O miudo perdido e eu a aguentar-me para não lhe dizer: cale-se que eu já saio! Só consegui dizer-lhe procura por aí o T ou a R, o pai vem buscar-te, a mãe gosta muito de ti. Saí antes que levasse um pontapé no traseiro do raio da vigilante. Cheguei cá fora e fiquei sorrateiramente a espreita-lo, coitadito ficou no mesmo sitio a ver o que se passava. Mas tudo correu bem e no fim do dia já havia histórias a contar.

Terça-feira: Segunda à noite não consegui tratar de tudo o que tinha para fazer, comecei a terça a acabar o que estava para trás de segunda o que é uma má opção, comecei a stressar e acabei por me atrasar. Começo o dia no dentista e com menos um dente ou seja com uma má disposição para o dia todo. Consegui cumprir todas as tarefas de terça e assim cheguei a quarta cansada para burro a precisar que fosse já sexta-feira, mas a pensar que o pimpolho está contente na escola, que já só faltam dois dias para sabado e que vou conseguir geri-los melhor. 

Não sei quando vamos entrar nos novos horários, até porque o pimpolho tem um bio ritmo noctivago e faze-lo adormecer cedo não está a ser nada fácil, também aqui já percebi que estava bem enganada se pensava que lhe bastavam dois dias a levantar-se mais cedo para o adormecer mais cedo. 

No final acho que o que importa é ter calma e não desesperar porque há uma derrapagem ou as coisas não se encaminham para onde nós queremos logo nos primeiros dias. Aproveitar o que está a correr bem para nos animar para tudo o resto. 

Confesso que tive de me obrigar a vir aqui escrever este texto, mas ainda bem que o fiz, porque é bom para manter a cabeça arejada das minudências diárias.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Carolina Herrera e uma grande lição de estilo



Esta foto foi tirada no final do desfile de Carolina Herrera do Mercedes-Benz Fashion Week Spring 2015.

Esta Senhora (está em letra maiúscula pelo respeito que me merece) conta agora com 75 anos e continua simplesmente fabulosa. O seu porte elegante, o seu carater e simpatia conferem-lhe uma aura própria que, acompanhada com a sobriedade e elegância na forma de vestir transformam-na num ícone de moda intemporal. As suas blusas brancas e saias são a sua imagem de marca e de facto o que é preciso mais? 

Quando se vive num mundo com tanta variedade e diversidade pode-se tornar complicado fazer escolhas acertadas e há quem tente a todo o custo acompanhar as tendências, mesmo quando não são as melhores escolhas. Por isso trouxe o exemplo de sobriedade de carolina Herrera. Reparem na imagem de marca de CH blusa branca de bom corte e uma saia preto ou colorida complementada com poucos acessórios. Em termos de imagem é muito simples mas funciona conferindo elegância sofisticação e descrição. São peças intemporais de bom corte e materiais de excelente qualidade, sim porque estes looks simples para surtirem este efeito necessitam destas dois elementos: corte e material. 

As variações de acordo com as tendências devem cada vez mais cingir-se a três ou quatro peças por estação e se for uma tendência arriscada - daquelas que se está mesmo a ver que vai passar em breve - mas querem experimentar então optem pela fast fashion onde o custo da peça não é assim tão elevado.
 

 Mas CH tem muito mais do que roupas bonitas, tem background. Sabe estar, tem porte, educação, formação e uma visão aberta acerca do mundo. Tudo isto compõe o seu estilo e onde consegui-lo? Ou se tem a felicidade de se trazer de casa ou não tendo sido esse o caso, com algum esforço pode ser conseguido seguindo e tendo em conta bons exemplos. Não são as roupas que fazem a mulher ou o homem, a imagem deve ser sempre cuidada por respeito a nós e aos outros, mas se depois não houver nada do descrito atrás de pouco servem. 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Quando ciclos se fecham, novos ciclos se iniciam





Eu entendo a vida como sendo composta por ciclos, ciclos que nos parecem fazer regredir, ciclos de estagnação, ciclos de avanço e progressão, numa sucessão que não depende muitas vezes de nós, mas que nos exige preparação para lidar com cada uma das fases. 

Quando se diz que "depois da tempestade vem a bonança " ou que "nunca mal que sempre dure nem bem que nunca acabe" são duas expressões representativas de que há sempre dois lados e que nunca se deve confiar na sorte extrema ou que o infortunio se colou a nós. 

A atitude com que encaramos estes ciclos é o que nos faz evoluir, sim mesmo quando passamos por fases mais sombrias devemos ainda assim aprender com elas porque é a nossa capacidade para lidar com as dificuldades que nos dá força por um lado e por outro nos ensina a aproveitar melhor os bons momentos.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Aqui está mais uma prova de que as pessoas quando querem implicar conseguem ter uma imaginação muito fértil

A ZARA lançou um pijama para criança que teve de retirar de seguida do mercado, tudo porque houve umas vozes que se ergaram a criticar a semelhança entre a camisola do pijama e a farda usada pelos judeus nos campos de concentração.


Esta é a camisola do pijama




Esta foi a farda usada pelos judeus




Descubram as semelhanças. 

Os criticos acharam as riscas  e a estrela, por acaso não se vê na foto, mas os judeus usavam-nas numa tira amarela e é a estrela de David.

O que se vê realmente na camisola: são umas riscas horizontais finas  que nada têm a ver com as da imagem abaixo e quanto à estrela, creio que seja em tudo semelhante à usada pelos Sheriff nos EUA



Haja discernimento. Chega a ser ridiculo e revelador da quantidade de gente desocupada que existe; para a troco de uma simples camisola de pijama andarem armados em defensores das vitimas do Holocausto (que foi um episódio horrendo na História da Humanidade). Claro que a marca nunca quis ofender a memória destas pessoas, apenas queriam fazer um pijama engraçado para os miudos. 

É preciso deixarem-se de ser choninhas, arranjarem o que fazer, mas acima de tudo ter uma mente um pouquinho mais aberta e não verem más intenções ou intenções ofensivas onde elas não existem.

O link da noticia aqui

terça-feira, 15 de julho de 2014

Descobri que já fui uma bruxa

Sabem aqueles testes que há no facebook. Por piada fiz um sobre a minha vida passada e o resultado foi:


Eu às vezes ainda sou.
Sua vida passada foi marcado por magia e feitiços. Graças ao seu amplo conhecimento de ervas e poções, você era tão igualmente temido e admirado. Embora tenha vivido à margem da sociedade, você gozava de uma liberdade...

 
 
Confesso que fiquei contente e até me identifico um bocado com esta minha vida anterior (a ter existido uma seria interessante ter sido bruxa, exceto se tiver acabado esturricada em alguma fogueira mas não se pensa agora nisso). antes que deitem as mãos à cabeça a pensar que eu tenho algum parafuso solto deixem explicar que eu não me magino como bruxa malvada, mas antes uma espécie de curandeira com os seus pós e ervas ajudaria os outros. Explicação dada acho que vou ali aplicar-me um bocadinho a ver se ainda tenho dotes, porque está na altura de arranjar um dinheiro extra.