quarta-feira, 9 de abril de 2014

Para uma pele ideal, Vichy Idealia

Gosto imenso de experimentar cremes de rosto, não uso sempre o mesmo gosto de ir variando, porque cada um tem as suas especificidades. A minha última mania é o desejo de ter uma pele luminosa, não há como resistir às imagens de uma pele bonita bem tratada e radiosa. A Vichy é uma das marcas que uso há mais tempo e por isso a optei pela gama Idealia. Um creme de rosto para peles secas com elevado indice de hidratação e o Life Sérum que é de facto muito bom não só porque tem uma textura de fácil aplicação, mas porque  é enriquecido com nácaros de luminosidade que dão mesmo brilho ao rosto que se mantém por várias horas. Se aliarem à maquilhagem também desta gama (eu experimentei, mas não comprei por agora) o resultado é mesmo o de uma pele luminosa. Além disso trata os sinais de envelhecimento, manchas e rosacea uniformizando a pele do rosto.

Há também creme para peles mistas. 

Uma excelente relação preço/qualidade o que os torna num bom investimento. 







 

terça-feira, 8 de abril de 2014

#10 Cuidados com os cabelos: Review Gama Elvive Fibralogy para cabelos finos






Estava em falta com a review desta gama de produtos para cabelo da Elvive. 

Conclusões:

Não a pude utilizar pelo tempo que desejaria porque o meu cabelo danificado precisava mesmo de hidratação profunda e esta não é a linha adequada sendo assim pedi à minha amiga R para os testar uma vez que tal como eu tem o cabelo fino, mas não danificado.

De facto é notória a capacidade para aumentar a densidade capilar cumprindo assim o fim a que se destina tem um aroma agradável, é de fácil aplicação e a relação preço/qualidade é bastante satisfatória. Mas atenção aconselho-a apenas para quem tem o cabelo saudável. 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Barbie desceste na minha consderação

Ontem vi estas barbies à venda e fiquei horrizada (e ainda não tinha assitido ao desfile de horrores  descrito no post anterior).



Mas o que é que é isto minha gente?!? Era suposto a Barbie ter nível e dar um pouco de luz e de bom gosto  a este mundo onde o mau gosto e o trashy imperam. 

Mas em vez disso sucumbiu e rendeu-se à piroseira dominante e até fez um Fashion Book.

Confesso que não sei à quanto tempo se deu esta reviravolta infeliz porque não sigo a par e passo todas as edições que são lançadas, mas esta é deprimente a sério que é. Acreditem que tive de pegar na caixa e ler várias vezes para perceber que era mesmo a Barbie não uma das primas. 

Barbie shame on you!



É por estas e por outras que fujo dos hipermercados ao fim de semana

Mas há fins de semana em que parece que estou condenada a lá ir e pior mais do que uma vez.

Para além das filas interminaveis, dos corredores apinhados de pessoas, dos "turistas" que não têm mais nada que fazer e vão passear para as grandes superficies (e eu com tanto que fazer  em casa, qualquer dia convido um destes personagens a ir dar-me uma ajudinha sempre estavam ocupados e não andavam a lotar os hipermercados), das pessoas rabugentas que acham que falar alto nas filas a queixarem-se da vida e de tudo e mais alguma coisa lhes adianta ou que alguém as está a ouvir, de se demorar 1 hora quando à semana se demora metade do tempo. Se todos estes motivos não chegassem ainda tenho de acrescentar: A Poluição Visual. Santo Deus!!! Parece impossivel a quantidade de gente deprimente, com mau ar, muito mas mesmo muito mau aspecto que se encontra por metro quadrado  nestes sítios. É arrepiante. Ontem tive de esperar 10 minutos pelo marito que andava atrás de uns produtos e o desfile a que tive de assistir fez-me desejar furar os olhos - não os conseguia simplesmente fechar porque estava siderada e olhar para outro lado de nada adiantava porque eles vinham em todas as direções qual invasão de zombies (preferia os zombies acreditem). Tipos com mais tatuagens do que pele, torrados de solário ou coisa que o valha, com a idumentária tipica de jogador da bola, com muito mau ar, acompanhados de espécimes femininas com cabelos pretos ou loiros amarelos amarrados num rabo-de-cavalo muito melosos (a precisar de champô que podiam ter aproveitado para compar no local já que há várias prateleiras com ele à venda), barrigas volumosas à mostra, fatos-de-treino com o logotipo estampado em destaque e de cores mais ou menos berrantes, ou então versão acompanhante rasca com vestidos e saltos descabidos e foleiros.

Outro fenómeno impressionante: as roupas totalmente desajustadas à figura da pessoa acompanhadas com sapatos de festa. É demais a sério demais a quantidade de pessoas que acha que vestir um ou dois numeros abaixo é normal que andarem com calças slim a marcarem pernas grossas lhes fica bem, que usar saltos de 12 cm e depois andarem aos trambolhões lhes assenta, que usar vestidos ou saias ou calções que mal tapam o rabo lhes dá bom ar. Que usar maquilhagem exagerada, cabelos sujos, unhas gigantescas e com bonequinhos ou desenhos é que é cool. NÃO DÁ BOM AR NEM  É COOL OK! FICAM MAL MESMO MUITO MAL! Sejam boazonas ou gordas roupas rascas reles e com um corte desajustado não favorece ninguém só dão com mau ar.

Conclusão quando o marito apareceu olhei para ele e disse: onde é que te meteste? Estive quase a furar os olhinhos, vamos embora por favor, ok depois de esperar pela fila para o pagamento que são mais 15 minutos... 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

"Faz-me um like" ou a necessidade de aprovação alheia elevada ao limite








Hoje de manhã li um artigo acerca da necessidade que as pessoas têm de ter "likes" nos posts do Facebook e quando alguns minutos mais tarde abri a minha página concluí que estou francamente cansada de tanto post sempre a puxar para o lamechas, ou são músicas ou são fotos, ou são frases copiadas da net e publicadas como forma de alimentar egos e supostamente transmitir uma imagem pessoal de bonzinho. Conclusão é tudo eliminado e só leio 5%, às vezes nem isso, daquilo que ali está publicado e isto é assim praticamente todos os dias.

Voltando ao texto que li o autor conclui que estamos todos viciados em likes e na aprovação de terceiros. Num outro estudo concluiu-se que existem jovens que têm depressões porque não recebem determinado número de likes por dia. 

A necessidade exagerada de aprovação de terceiros revela uma falta de auto-estima enorme e se assim é seria melhor repensar tudo na vida e olharem para dentro de si mesmos e sem medos descobrirem o que vos aflige. Eu convivo diariamente com pessoas que regem as suas vidas por aquilo que os outros vão pensar e com pessoas que se estão marinbando totalmente para o que os outros pensam. Ambos os casos são reveladores de que alguma coisa não está bem. Como se costuma dizer: nem tanto ao mar nem tanto à terra.

Quem é que nos garante que os outros são melhores do que nós e que se nos criticam ou não nos dão um "like" é porque quem está errado somos nós. Será que não é precisamente ao contrário? Quase sempre os outros têm os seus próprios motivos para dizerem ou agirem de determinada forma, mas isso não faz deles senhores da razão. 

Por outro lado acreditar que não se precisa dos outros é viver alienado. Somos animais gregários temos de viver em conjunto porque isso é necessário à nossa sobrevivência, ninguém consegue subsistir sozinho. Por isso o nosso comportamento perante os outros tem importância e as suas opiniões até a um certo ponto está claro que contam.

A linha que separa o que é a saudável convivência da dependência total da aprovação alheia é ténue e basta que a fomação psiquica e emocional de cada um não tenha sido melhor para destabilizar tudo. Esta necessidade sempre existiu e vai continuar a existir o que acredito é que as redes sociais vieram exponenciar a possibilidade de estar em contacto com dezenas, centenas ou até mesmo milhares de pessoas ao mesmo tempo e  que isso tornou publicas necessidades que de outra forma estariam remetidas para um numero consideravelmente menor de pessoas.

#35 Tempo na minha cozinha: Bolo de chocolate e côco






Este fim de semana estavamos num impasse acerca do bolo a fazer para o almoço de Domingo: o filhote queria um bolo de chocolate, com muitooo chocolate dizia ele, eu queria um bolo de côco mesmo a saber a côco. Claro que eu já sabia que apesar de gostar imenso de chocolate, geralmente o pimpolho não aprecia bolos com muito chocolate e desiste a meio da fatia. Ao pensar como iria resolver a questão lembrei-me daquele chocolate delicioso que é chocolate por fora recheado de côco - vocês sabem do que eu estou a falar.

E imaginei logo que em bolo também devia ter um bom resultado, e de facto deu e por isso aqui fica a receita deste bolo que liga bem com um copo de Vinho do Porto à sobremesa, ou com um chá ao lanche.

Ingredientes:

220 grs de açucar branco
350 grs de farinha de trigo Tipo 55
4 ovos (separar as gemas das claras)
200 ml de leite de côco
50 grs de manteiga 
1 colher de chá de fermento
120 grs de chocolate de culinária 
125 grs de côco ralado

Preparação:

No microondas ou em banho-maria derreter o chocolate juntamente com a manteiga. Acrescentar as gemas e mexer bem, a seguir juntar o leite de côco (misturar o côco ralado ao leite e amornar) e mexer novamente para incorporar. Bater as claras em castelo e alternadamente ir juntando ao preparado as claras e a farinha onde foi colocado o fermento.
Levar a cozer em forno pré-aquecido a 180ºC durante 25 minutos.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Quando se veste a pele do lobo





Depois de ter vestido o fato de vilã, daquelas mesmo más, concluí que apesar de ter jeito para a coisa - sou daquelas que carrega bem na ferida, estão a ver a cena: ai levaste aí um tiro espera lá que eu vou aí carregar-te bem na ferida até falares - nunca poderia passar para o lado negro, porque as energias que me são sugadas deixam-me de rastos. Mesmo tendo razão, mesmo tendo andado a engolir alguns sapos e deixado passar muita e de ter ripostado a uma tentativa clara de abuso de poder, ainda assim os efeitos foram bem pesados.


Claro que gostei de deixar o adversário possesso e a trepar pelas paredes, foi mais ou menos como levar um murro no estômago sem se aperceber ao certo que o atingiu.

Se voltarei a vestir o fato? Creio que sim para ser honesta, porque há pessoas e situações que nos levam aos nossos limites mais sombrios. Mas será mesmo no limite, porque o preço a pagar é elevado.