quarta-feira, 16 de julho de 2014

Objeto de desejo: sandálias

Desejo
Hugo Boss Orange



Realidade

GEOX
 

Frase do dia: Para todas aquelas pessoas que precisam de um abanão

porque parecem cachorro atrás da cauda sempre aos circulos a pisar e a repisar o mesmo, sempre a trilhar o caminho errado.


Quantas vezes mais vão persistir no mesmo sabendo que o resultado não vai ser outro?

terça-feira, 15 de julho de 2014

Descobri que já fui uma bruxa

Sabem aqueles testes que há no facebook. Por piada fiz um sobre a minha vida passada e o resultado foi:


Eu às vezes ainda sou.
Sua vida passada foi marcado por magia e feitiços. Graças ao seu amplo conhecimento de ervas e poções, você era tão igualmente temido e admirado. Embora tenha vivido à margem da sociedade, você gozava de uma liberdade...

 
 
Confesso que fiquei contente e até me identifico um bocado com esta minha vida anterior (a ter existido uma seria interessante ter sido bruxa, exceto se tiver acabado esturricada em alguma fogueira mas não se pensa agora nisso). antes que deitem as mãos à cabeça a pensar que eu tenho algum parafuso solto deixem explicar que eu não me magino como bruxa malvada, mas antes uma espécie de curandeira com os seus pós e ervas ajudaria os outros. Explicação dada acho que vou ali aplicar-me um bocadinho a ver se ainda tenho dotes, porque está na altura de arranjar um dinheiro extra.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Quando as palavras nos falham haja quem erga a sua voz

Aqui fica um texto que li à pouco escrito no blogue Assobio Rebelde que descreve de forma dura, mas real o drama partilhado por tantas famílias.

Um Dia Isto Tinha Que Acontecer


"Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. 
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. 
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?"

Frase do dia: Em que podemos ou não confiar

Nota mental para mim e para todos os que querem manter longe de si quem não interessa nadinha.

Não confiar naquelas pessoas que são amigas de todos.

Na verdade não podemos agradar a toda a gente por muito bonzinhos que sejamos (e eu não sou; sabe Deus que às vezes sou bem retorcida, mas adiante).

Por isso pessoas que são amigas de todos alguma têm na manga e é bem provável que sejam bem hipócritas para com quem não lhes agrada, mas como querem à viva força reunir todos em seu redor simulam os seus verdadeiros sentimentos e fecham os olhos a muita coisa só para manter as aparências.

Claro que uma certa dose de tolerância será necessária para mantermos um nível razoável de convivência, mas quando se conhece alguém que é uma Maria ou um Manel vai com todos sempre de sorriso na cara, que tudo tolera para quem todos são amigos, que não vê mal nenhum em nada, devemos desconfiar e olhar melhor e descortinar que aquele sorriso nada mais é do que um esgar no canto da boca e que o olhar é gélido.

 

domingo, 13 de julho de 2014

# 26 Leituras ao Domingo: Clássicos



Já há algum tempo que aqui não falava das minhas leituras, mas a verdade é que só dispor de uns escassos 5 a 10 minutos por dia para me dedicar aos meus livros faz com que demore mais um pouco  a terminar as obras e começa outras.

Estes três livros foram indicados noutros blogues e como eu gosto sempre de bons conselhos de leitura estes chamaram a minha atenção e assim decidi adquiri-los. Dois deles são em segunda mão e edições bem antigas, o terceiro foi comprado num site de venda de livros ao qual eu recorro bastante. O site WOOK tem bons preços e um programa de acumulação de descontos simpático.

De Balzac, "A Comédia Humana Tio Goriot"

Da querida Beatriz Costa uma auto-biografia deliciosa "Beatriz Costa Sem Papas na Língua Memórias"

De João Paulo Freire "Lord Byron Vida e obra Suas referências a Portugal"

Vamos lá a ver se nas férias consigo lê-los, porque já tenho aí mais alguns na calha.



 

sábado, 12 de julho de 2014

# 33 weekend outfit: Eu e os vestidos

A peça de roupa que nunca é demais para mim: Vestidos

Longe vão os tempos em que eu não gostava de vestidos, entre os 6 e os 14 anos vestir vestidos só por especial favor - exceto aquele amarelo canário que eu adorava. Calças e calções e algumas saias eram a minha roupa preferida. 

Mas depois descobri os vestidos e as suas vantagens; são uma peça fácil de usar, são femininos, favorecem qualquer silhueta desde que sejam bem escolhidos, usam-se em todas as estações variando os materiais, podem ser curtos ou compridos, podem ser de tantos materiais e cores diferentes.

Todos os anos tenho de comprar vestidos, é mesmo assim. Posso não comprar outras peças, mas vestidos não falha. 

Este Verão descobri duas lojas on-line com vestidos girissimos a preços acessiveis e por isso decidi partilhar com vocês aqueles que estão na minha lista de desejos.

O site Sammy Dress tem vestidos para todos os gostos e feitios, e por isso alguns são de gosto altamente duvidoso, mas basta passar à frente  procurar os que nos interessa no meu caso estes aqui:








O outro site que visitei foi o Tide Store claro que tem muitos vestidos, mas como já tinha aqueles selecionados  fiquei-me apenas por este.


As minhas escolhas, como podem ver cobrem as necessidades de vestidos para o trabalho, assim como vestidos para os tempos livres (fins de semana, férias, festas informais). 

E estes sim são os saldos que interessam, a propósito deste post aqui

Claro que estas escolhas vão pedir uns acessórios, mas isso vai ficar para a próxima pesquisa.