segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Ai os paizinhos....



Ouvido hoje numa faculdade deste país.

- Ó menina faz o favor de me dizer onde é a outra sala para as inscrições

- Só há uma sala para as inscrições, não há outra.

-  Como?!? A menina sabe com que média entrou o meu filho? Acho que deviam ter mais consideração pelo esforço dele.

- Pois, mas terá mesmo de ir para a fila como os outros.

Acreditem que não é anedota, existem mesmo semelhantes personagens. Quanto ao miudo estava vermelho como um tomate e se tivesse um buraco enfiava-se nele e desaparecia.

#13: Leituras ao Domingo: Contos e Lendas de Portugal e do Mundo de de João Pedro Mésseder, Isabel Ramalhete



Este livro faz parte do plano de leitura nacional e destina-se a miudos a partir dos 10 anos, mas também a adultos que gostem desta temática. 

Nele encontramos contos e lendas de Portugal e de outras regiões do Mundo: de Angola, Moçambique, Timor, Espanha, França, Alemanha, e de vários povos. São histórias para ler, conhecer e despertar o interesse por outras culturas.

#13 Weekend outfit: Kimono

Porque os dias começa a pedir um agasalho, mas ainda estamos no Verão a sugestão deste outfit combina estas duas ideias.

Kimono Zara



Calças a direito La Redoute





Top em seda Zara



Sapato em camurça Mango


Saco Bimba & Lola


Brincos em Prata no Amazon.uk

# 13 Tempo na minha cozinha: Lombo de Porco com ananás e batatas a murro

Esta receita é o tipico assado de Domingo ao almoço que em certas regiões de Portugal constitui uma tradição de família.

Eu pessoalmente experimentei a versão do ananás este Verão e foi receita aprovada.


Ingredientes:

1.500 Kg de lombo de porco sem osso

1 lata de ananás em calda
1 colher de sobremesa de Colorau
Sal q.b.
Piripiri q.b
1 copo Vinho branco
6 dentes Alho
1 Cebola às rodelas
Azeite
 1 folha Louro

Preparação:

Preparar uma d' vinha de alho 12h antes de assar o lombo: temperar a carne com vinho branco, alhos picados, sal e louro deixar repousar.

Pré-aquecer o forno a 200ºC. Dar 4 golpes no lombo de porco onde vão ser depois colocadas as rodelas do ananás a gosto. De seguida colocar a cebola às rodelas no fundo da assadeira, a seguir a carne, regar com a d' vinha de alho, colocar , temperar com o piripiri, o colorau e o azeite. Deve assar aproximadamente 2 horas. No final fatiar e servir quente acompanhado com batatas assadas a murro.

Batata assada a murro

Já comi preparadas de várias maneiras, mas a que gosto mais para acompanhar este prato é a mais simples. Lavar as batatas com a pele, pica-las com um garfo temperar com sal e colocar  no forno a assar.



Last weekend - relaxing....





Este fim de semana estive em repouso forçado, porque o final da semana foi atribulado quanto chegasse e eu ressenti-me. A minha coluna e outras ligeiras complicações motivadas pelo stress deram-me que fazer e obrigaram-me a parar tudo e a pôr o sono em dia e a dedicar-me à meditação. 

Prometo publicar as rubricas de fim de semana em falta o mais rapidamente possível.

Boa semana para todos!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Frase do dia: Boa definição de coragem



"A coragem é uma qualidade feita de moral e carácter, mais do que musculos e testosterona"

Polly Morland, in Vogue Portugal



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Porque é que se faz tanto alarde por causa da amamentação?




É coisa que não entendo. 

Na segunda metade século XX e neste inicio do século XXI tem se vindo a assistir a debates acesos sobre este tema. De um lado os defensores acérrimos do aleitamento materno, do outro os que defendem o direito da mulher a não amamentar e as industrias dos leites adaptados a impingirem esse tipo de alimentação e no meio de tudo isto as desgraçadas das mães que com tanta informação e pressão social acabam perdidas, muitas deprimidas, muitas revoltadas. O que deveria ser um acto perfeitamente normal deixou de o ser para um elevado número de mulheres.

Umas amamentam para além do limite do razoável outras não querem sequer pensar nisso por mais de 2/3 meses e digladiam-se em praça pública por isso. 

Eu tenho uma experiência pessoal diferente da maioria das minhas amigas e conhecidas. Devido ao parto complicado que tive o meu organismo activou as suas defesas para sobreviver e não produziu o leite necessário para alimentar o meu filho. Foi uma resposta biológica ponto. Eu entendi isso, um ou outro profissional no hospital entenderam isso, mas a maioria não. Como tive de estar internada mais dias do que é usual eu e o meu filho passamos um mau bocado, tudo porque me queriam quase obrigar a inventar leite para dar ao bebé. Foram dias complicados, eu sentia-me mal porque queria alimentar o meu filho como é suposto e não conseguia, os profissionais que deviam ajudar martirizavam-me a cabeça que eu tinha de insistir, que tinha de ter paciência, que o leite ia subir. E o meu filho que tinha nascido pequenino e magrinho a chorar com fome. O que vale é que quando cheguei a casa tive liberdade para fazer o que entendi: confirmei que o leite por mim produzido era tão escasso que não dava para nada (durante 24 horas eu produzia o equivalente a uma mamada, imaginem a fome que o miudo passou) e arranjei leite adaptado. Hoje tenho um filho saudável e forte (lagarto, lagarto, lagarto).

Conclusões: 

Hospitais que se dizem amigos do bebé lembrem-se que é muito lindo ostentar esse título, mas se  pelo meio  algo correr mal à mãe e o bendito do leite não aparecer, estar a dar cabo da psique da mãe e trata-la como uma mera fornecedora de leite faz de vocês maus prestadores de cuidados neo-natais.

Futuras mães no geral tenham juízo, pensem pela vossa cabecinha e o que decidirem fazer só a vocês ao vosso filho e ao pai dizem respeito. Todos vão ter uma opinião é sempre assim por isso não vale a pena tentar cumprir cegamente umas quantas regras que ninguém sabe bem quem se lembrou de inventar ou martirizar-se por não atingir os parametros em vigor.

Às que não sabem muito bem o que fazer posso dizer-vos que é lógico e natural amamentar, faz bem ao bebé e à mãe, é económico, o leite está sempre à temperatura certa, não têm de sair da cama quentinha em pleno inverno apanhar frio na cozinha a aquecer o biberão. Posto isto também vos digo que se nos primeiros três meses sentem que passam o tempo com as mamas de fora,  não vos apetece faze-lo, não se sentem lindas e maravilhosas porque um dos vossos melhores atributos está alterado e muitas vezes com um aspecto pouco atraente, que qerem as mamas de volta só para vocês, se sentem alividas porque o leite secou tudo isso é perfeitamente normal e saudável e não é por isso que são piores mães que as outras que amamentam até aos 5 anos.

Aos fundamentalistas da amamentação materna: minhas caras e meus caros é tudo muito lindo na teoria, mas assentem os pés na terra porque a vida real e a prática são bem diferentes do que vem nos livros. Não há nada de errado nas crianças que são exclusivamente amamentadas a leites adaptados, nem as mães que optam por não amamentar desde cedo são piores mães por isso.