sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

14 de Fevereiro Casais intemporais

Como disse no post anterior não me apetece ir na onda das sugestões sobre o que fazerem neste dia, para isso basta verem montras, lerem revistas e outros blogues e serem bombardeados com lamechice por todo o lado.

Em casa a data não tem significado especial. Claro que o pimpolho está a fazer um trabalho na escolinha, mas sempre vai dizendo que não quer namorar, porque não é romântico. Ainda bem porque ainda é muito novo para essas coisas.

Para este 2º post resolvi escolher imagens de alguns casais imortalizados tanto no cinema como na escrita e até mesmo na vida real.

Reth & Scarlett em E Tudo o Vento Levou


Rick e Lisa em Casablanca

Eduarda e Carlos em Os Maias



Richard e Elisabeth no cinema e a na vida real
Humphrey e Lauren no cinema e na vida real
Estes são os meus preferidos, mas tantos outros poderiam aqui constar. Todos têm em comum a revelação do maior e melhor sentimento o AMOR.

Já que é para falar de amor tem de ser em grande estilo.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O dia de São Valentim




Há muita banalização na comemoração do Dia dos Namorados  e confesso que não tenho pachorra para ursos fofinhos corações por todos os lados, postais ILY. A pressão para cumprir programas a dois e depois partilha-los com meio mundo, a depressão ou as sugestões para quem não tem namorada/o. Tudo isto me parece um exagero.

Por isso vou brindar os meus queridos leitores com 2 posts diferentes. Este é o primeiro e é para dar a conhecer a  história sobre  do São Valentim



Para amanhã está reservado outro.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vocês já sabem que embirro um bocado com o politicamente correto

Por isso não se espantem com o que vou dizer a seguir.


 Vivemos numa sociedade onde uma grande percentagem das pessoas goza com as "diferenças" dos outros. Seja a cor da pele, seja a nacionalidade, seja o sexo, seja o peso em excesso ou a menos. Só provando que aquilo que se diz das crianças - de serem crueis - é uma grande conversa porque os adultos são ainda mais crueis. Primeiro as crianças comentam aquilo que observam ou repetem aquilo que ouviram um adulto comentar acerca de outra pessoa, mas não têm muitas vezes a noção real do significado das palavras (podem saber por alto, mas não com o mesmo sentido que um adulto). É aqui que tudo começa. Ou os pais têm a capacidade para explicar à criança que não se deve gozar com as diferenças nos outros, porque isso os deixa tristes e que ninguém é superior ao outro, que as pessoas são diferentes entre si mas isso é normal e que se te dissessem a ti também não ias gostar nada. Ou se não se dão a esse trabalho, porque até acham piada e eles também o fazem, então o comportamento vai-se manter para sempre. Deixem-se de lá de coisas, porque os adultos continuam a ter muitos dos mesmos comportamentos que tinham no recreio da escola pela vida fora aplicados a tantas outras situações.

Outra fenómeno existente nos meios de comunicação social, em determinadas áreas da psicologia é a de tentar adoçar os insultos. Então utilizam-se determinados termos em vez dos outros considerados prejurativos, mas que querem no fundo dizer a mesmissima coisa. O mais comum entre as mulheres é o termo cheínha para designar pessoas obesas. Irrita-me este vocábulo, é muito mais ridiculo que os termos gorda ou obesa (aos homens não se chama cheínhos chama-se mesmo gordo ou obeso). Se eu estivesse gorda (e psicologicamente tenho dias em que me sinto uma baleia azul, mas isso é só na minha cabeça) iria-me sentir muito mais ofendida se me chamassem cheínha do que gorda. 

É assim como dizer coitadinha de ti não te quero discriminar, mas como também tens mais peso do que seria normal arranjei este adjetivo tão engraçado e fofinho. 



Acerca da cor da pele conto-vos uma breve história do meu pimpolho quando viu pela primeira vez um menino mulato. Teria aí uns 20 meses e estavamos na fila do supermercado quando ele se vira para mim e diz: mãaaa tá ali um menino peto! Eu olhei para ele com uma cara séria e o pobre coitado corrigiu muito depressa: mãaa tá ali um menino castanho. Bem digo-vos uma coisa não faço ideia como é que não desatei à gargalhada com esta correção, porque para o meu pimpolho - que estava a aprender as cores - a minha cara séria levou-o a pensar que se tinha enganado na cor. Como disse uma vez um professor meu os negros não são negros são castanhos, certo?

Mas esta cena fez-me pensar que eu tinha sido um bocado parva e que claro está o pimpolho não ia adivinhar que poderia ofender alguem, estava apenas a constatar que a cor daquele miudo não era igual à nossa. Mais tarde e depois de ter visto chineses e indianas vestidas com o sari, mais os amiguinhos do Ruca foi fácil explicar-lhe que há pessoas de cores diferentes e feições diferentes e que isso não tem nada de especial. Simples e eficaz, não vale a pena inventar ou colocar preconceitos na cabeça dos miudos.

 

A minha mãe sempre me disse que mais vale o mal de inveja do que o bem de piedade e pronto eu fui moldada assim e por isso acho que arranjar adjetivos fofinhos ou substituir um vocábulo por outro é uma forma de piedadezinha balofa e uma forma subtil de continuar a perpetuar as diferenças. 

Por esta altura já não deviamos andar com estes salamaleques porque há quase 7 biliões de seres humanos com as suas características unicas e já sabemos que os há de várias cores, formatos e feitios.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

E depois de uma massagem terapeutica à coluna...

Passei desta figurinha



Para a figura do Mr Finch (é o de óculos e fatinho no video para quem não vê a série Person of Interest).




Doi-me mais 12h depois da massagem do que antes e notem que passei o Domingo a tomar anti-inflamatórios. 

Ninguém me manda estar três meses sem tratamento, agora aguenta que é o remédio. Espero que passe até 5ª feira.



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

#30 tempo na minha cozinha: Gelado de Banana

Lá porque estamos no Inverno e estar um frio siberiano não quer dizer que não podemos comer um geladinho. Este é bem cremoso e não engorda ninguem.



Ingredientes:

- 6 bananas maduras

- 4 iogurtes gregos natural

- Cereais muesli

Preparação:

Escolham 6 bananas maduras e depois de descascadas cortem-nas às rodelas e congelem-nas (podem fazer isto de véspera). 

Quando quiserem fazer o gelado, que deve ser servido na hora, basta retirarem as bananas do congelador e deixar à temperatura ambiente entre 15 a 20 minutos. Depois juntar-lhes os iogurtes e triturar tudo com a varinha mágica (eu não tenho robos de cozinha, mas também devem servir :-) ) 

Colocar em taças individuais e deitar por cima os cereais.

A banana congelada vai conferir ao iogurte a textura precisa para o creme gelado.




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aprendi um termo novo: Evelhescência

Hoje li este excelente texto de José Bancaleiro - gestor de RH - que explica qual o significado da palavra Evelhescência. Trata-se de uma fase de transição entre a idade adulta e a velhice situada algures entre os 40 anos e os 60 e poucos anos.

Gostei de desta abordagem e de pensar que ainda vou passar por um novo período de rebeldia antes de entrar na denominada velhice. Eu gosto mesmo é de um pouquinho de rebeldia para alegrar a vida.

Concluo com esta frase muito boa que se econtra no final do texto:

"A vida pode não ser justa, mas continua a ser muito boa. Só temos de saber não deixar criar rugas na alma."

Calçado usado nos ultimos 71 dias





Três pares de botas de cano alto e um par de botins, em dias alternados que não se deve calçar o mesmo par de sapatos ou botas dois dias seguidos.

Triste muito triste para quem tem dezenas de pares de sapatos.

Isto foi só mais um pretexto para dizer o quanto estou FARTA de tanta chuva acompanhada de frio de vento insuportável.