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sábado, 11 de julho de 2015

Entre outras uma das minhas séries deste Verão: The Astronaut Wives Club






O que me despertou a curiosidade neste trailer? As roupas, os cabelos, as maquilhagens e toda a atmosfera do inicio da década de 60 do século XX, mas depois de começar a assistir fiquei agradavelmente surpreendida com toda a trama.

É deveras interessante acompanhar a vida de 7 casais e das suas dinâmicas, desde o relacionamento entre o casal, ao papel das mulheres quer como esposas, quer perante a sociedade. A luta das mulheres por um novo papel quer no casamento, quer na sociedade é algo bastante focado em algumas das personagens femininas. Apesar de ter existido uma grande evolução favorável ao lugar das mulheres ao longo das últimas 4 a 5 décadas, podemos ainda assim concluir que muito do que ali se assiste continua a ser idêntico a tantas situações de que temos conhecimento, ou nas quais nos vemos envolvidas.

E tudo isto a propósito das primeiras missões americanas que colocaram homens no espaço, o que também nos permite aprender mais um pouco de história.

 

terça-feira, 8 de julho de 2014

A importância do papel

Ah pensavam que as tecnologias conseguiam arrumar de vez com o papel, ora vejam lá este spot que prova que não.


quarta-feira, 19 de março de 2014

"Sweet Dreams are made of this"... Shoes



Este é talvez o armário de sapatos mais desejado de todas as aficionadas de sapatos no planeta (vá deixem-me lá ser hipérbólica). Se quiserem ver a imagem aumentada para ler cada legenda aqui está o link e cliquem na imagem


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Outra das minhas musas, quando eu for grande quero ser assim...


...ou daqui a a 7 anos quero ter o aspecto fabuloso de Kelly Rutherford. o que eu gosto desta beleza clássica que não desbota com o passar do tempo, a ordem é da mais recente para a mais antiga e repare-se como 20 anos ou mais volvidos a beleza mantém-se. 

Quando penso como quero ser aos 45, 50 ou 60 anos procuro sempre mulheres que souberam conservar a sua beleza de formal o mais natural possível, que se souberam cuidar de forma inteligente e depois conservo o exemplo delas na minha cabeça, como um estimulo para me manter na linha, porque de facto compensa.

Esta é a minha sugestão para vocês independentemente da idade que tenham, vale sempre a pena escolher um modelo mais velho do que nós e que nos ajude a estipular objetivos, alcançaveis claro está.









quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Emmys 2013, assim assim...

A edição dos Emmy 2013 foi pautada por vestidos que deixaram a desejar, normais e poucos dignos da ocasião.

Com tanta opção existente no mercado para este tipo de cerimónia, não se entende bem determinadas opções.

As minhas eleitas: 

Christina Hendricks


Vestido, acessórios, maquilhagem e cabelo tudo mais do que perfeito. Esta senhora de curvas voluptuosas sabe sempre como tirar partido do que a mãe natureza lhe deu de forma elegante.

Sofia Vergara

Esta Sofia lembra-me sempre a outra Sophia (Loren). Mulheres que respiram e transbordam sensualidade e usam os seus atributos de forma inteligente.
O vestido sereia que lhe assenta como uma segunda pele, a escolha do vermelho que no seu tom de pele lhe dá imenso salero. Os brincos statement e o anel foram os dois acessórios escolhidos e mais do que suficientes

Tina Fey


Tina Fey elegante e discreta. A opção deste azul num vestido que tal como os dois anteriores está feito para o tipo de silhueta pêra que carateriza estas três senhoras foi de facto uma excelente escolha que vai muito bem com os seus cabelos e olhos castanhos. 


Conclusão: três mulheres com opções seguras e certas e que não deixaram nada ao acaso e que para mim abrilhantaram a cerimónia.

As outras...

Claire Danes
Quem a viu e quem a vê. Esta senhora que na cerimónia de 2012 brilhou lindissima num vestido Lanvin amarelo e grávida, este ano alguém lhe deve ter apagado a luz e partido os espelhos todos, porque só assim se justifica que tenha saído de casa nestes preparos.


Lena Dunham e Zosia Mamet
Estas devem ser as irmãs más da Gata Borralheira, certo? Estão tal mal que nem vale apena acrescentar mais nada.

Sarah Hyland


Este é um outro caso. Um vestido lindissimo, acessórios idem, mas a maquilhagem e cabelo... uma desgraça. esta miuda é linda, mas falhou redondamente ao exagerar na maquilhagem e naquele cabelo preso e liso.

Querida Sarah preste atenção à máxima:less is more

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Quando os filhos vêem os pais como seres humanos


Ontem estivemos a dar uma espreitadela no enredo da nova novela Belmonte e quando a minha mãe se apercebeu que há um filho que mandou assassinar o pai saiu-se logo com esta:

- Ai que horror usam sempre estas coisas nas telenovelas, ainda bem que na realidade não é assim. 

Ficou tudo a olhar para ela e eu lá lhe respondi: 

- Olha que na realidade é também assim.

- Ai filha mas não é tanto assim, ai a maioria dos filhos não anda aí a matar os pais.

- Pois não, comparado com a Roma Antiga e com a Idade Média o panorama está um bocado melhor. Nessa altura é que eles gostavam de andar envenar-se uns aos outros, a cortar cabeças e a arranjar guerras por qualquer niquice.

A minha mãe adora o politicamente correcto e tudo que assim não seja não devia sequer ser sabido. O meu passatempo é mesmo tentar desconstruir o mundo certinho em que se refugia e que a faz andar constantemente numa fuga para a frente tentando assim evitar as situações desagradaveis com que vai deparando, mas depois quando o inevitável acontece vai-se abaixo porque as ilusões são só isso ilusões.

É interessante esta outra faceta da ligação mãe-filha. Quando a filha se torna adulta e passa a ser mãe olha a sua própria com outros olhos, se calhar pela primeira vez olha-a como um ser humano e não como uma super-heroína e percebe as falhas, os erros, os lados menos bons e é aí que toma uma  de duas decisões: fechar os olhos e fingir que não vê nada ou tentar ajudar um pouco. Optei pela segunda que é mais de acordo comigo.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Continuo a matar episódios do Dexter em catadupa (não resisti...)



Disse-vos num post anterior que a minha série de Verão ia ser Dexter. O problema é que aquilo é um bocado viciante e dou por mim a devorar episódios uns atrás dos outros e nem quero saber se há outras coisas na tv que também possam interessar. Aliás o meu filho já goza comigo e diz: lá está a mãe a ver Dexter só quer ver Dexter, não que o petiz saiba de que trata a série, mas como está sempre de antenas ligadas nas conversas do pai e da mãe já sabe de cor o nome da série. O marito já vê a série mais tempo e por isso trocamos sempre umas quantas impressões e desta vez ele está a portar-se bem porque resiste à tentação de contar o que vai acontecer depois.

A minha desculpa: há sete temporadas por isso tenho muitos episódios para assistir antes que recomecem as séries da next season a 15 de setembro, I think.

 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A minha série de Verão: Dexter



Como andei a ver as minhas séries em maratonas consecutivas, quando começaram as séries de Verão reparei que a única sigo - Body Proof - já está vista a 3ª temporada e de repente... não tinha nenhuma série que verdadeiramente me interessasse ver.

Mas a aflição durou pouco tempo porque de repente ali estava ela, ou melhor ele - Dexter a olhar para mim e a desafiar-me: ora anda lá descobrir porque é que eu passo 7 temporadas a matar pessoal. Conclusão agora é ver-me coladinha a ver episódios uns atrás dos outros porque quanto mais se vê, mais se quer ver. Confesso que tenho uma pancada por assassinos, não não estou a pensar cometer nenhum, é um dos actos mais terriveis que podem ser cometidos contra alguém, sou do mais pacifico que há, o que me interessa é a mente humana e alguns assassinos são pessoas muitissimo inteligentes com características de genialidade e são estes os que gosto de conhecer.

No caso em concreto Dexter, para quem não sabe é um psicopata e assassino em série que mata outros assassinos que a polícia não consegue deter. Por isso há um sentido de justiça, de missão e no fundo aqueles pessoas merecem castigo, por isso apesar de a punição ser a morte quase se pode dizer que Dexter é um justicieiro das vitimas e livra a humanidade de outros psicopatas e assassinos. 
Também é um ser humano com dilemas próprios que se vão levantado ao longos das temporadas e esses dilemas são fascinantes precisamente pelo facto dele ser um psicopata, ter uma mente que funciona de forma diferente. Ao nos serem apresentados força-nos a sair da nossa zona de conforto e é esse o desafio que eu gosto.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Um ensaio sobre o Sexo e a Cidade



Como é do conhecimento geral a série Sexo e a Cidade está a ser transmitida novamente por um canal de cabo todos os dias. Ontem como estava de molho no sofá e não estava a dar mais nada nos 999 canais que existem acabei a ver novamente alguns epsiódios.

Lembro-me que comecei a ver esta série no final dos anos 90 inicio deste novo século e apesar de todo o alarido que foi criado à volta da mesma, fiquei sempre com a sensação que era mais fogo de vista do que propriamente outra coisa.

A páginas tantas torna-se verdadeiramente saturante tanto problema feminino, tanta complicação, tanto choro e fita, tanto sexo, enfim tanta lamechice junta.

Ao fim e ao cabo penso mesmo que esta série serviu para meter mais minhocas na cabeça - já devidamente cheia - das mulheres que a levaram demasiado a sério. Criou novas expectativas tanto relativamente aos homens, como às amigas, como às roupas e acessórios, como à vida em geral que se não existissem seria muito melhor, porque de facto é preciso entender que aquilo é ficção. A vida real não é assim, às vezes é melhor outras bem pior.

Questiono-me se de facto terá mudado assim tanto as mentalidades e falo da  realidade que conheço (e falo do que conheço, não especulo do que não sei) 
Discriminação sobre comportamentos no feminino mantém-se, discriminação no trabalho idem, os relacionamentos continuam tão turbulentos como antes, as amigas continuam a trair-se, o consumo desenfreado por itens de moda disparou, a cultura do ter em vez do ser instalou-se. OK não vamos atirar as culpas todas para esta série, porque há muitos outros factores que estão relacionados, mas de facto quem a considera como uma revolução cultural que supostamente colocou as mulheres em vantagem que olhe bem à sua volta.

E claro que se estou numa de análise critica não podia deixar de lado o guarda-roupa, e aqui também tenho uma opinião divergente da maioria. Não, para mim, Carrie Bradshaw não é esse ícone de estilo apontado por tantos, A sensação que tenho é que ela anda com uns trapos de marca mal amanhados em muitos dos episódios, que foi feito um esforço demasiado grande para a tornar única que na maioria dos casos os outfits não resultaram. E a roupa interior, que medo! Aparece demasiadas vezes com peças pavorosas, que não lhe assentavam bem, com mau aspecto. 

No entanto justiça seja feita porque se nota uma melhoria acentuada nas últimas temporadas e nos filmes está muito bem.

Oram vejam bem estes exemplos:





 
Por isso girls apesar de no geral a série estar bem conseguida e se durou tantas temporadas é porque deu provas de ser merecedora de continuidade, deve ser vista com um certo espirito critico e não com tanto entusiasmo e até mesmo algum histerismo como causou na época.


terça-feira, 16 de abril de 2013

A minha série do momento: Revenge



Sigo a série desde o primeiro episódio e não a dispenso porque gosto da história que está bem conseguida dentro do género séries. Adoro o ambiente dos Hamptons, é tanto glamour, paisagens lindas, casas de sonho que é um regalo para a vista, passe-se a expressão. O guarda-roupa é luxuoso até cair para o lado, e aqui a moça apesar de não dispor de verbas para loucuras, retira ideias  e combinações a serem  aproveitadas.

O guarda roupa da série está a cargo de costume designer Jill Ohanneson que recorreu entre outros a Dolce & Gabbana, Gucci, Fendi, Oscar de la Renta, Stella McCartney, Zac Posen, Louboutin, Dior, Rebecca Taylor,  e a marcas e lojas mais acessíveis como a Topshop e BCBG.

 Mas esta é uma série com uma carga dramática intensa composta por personagens com caracteres complexos bem ao meu gosto. Apesar de quase todos pertencerem à elite da sociedade não são babcocos nem futeis como na maior parte dos casos são retratados

A matriarca da família Grayson, Victoria Grayson, interpretada por Madeleine Stowe Mora é a má da fita, e ao mesmo tempo uma mãe galinha com o seu primogénito, uma mulher conturbada, densa e profunda. Por isso a sua maldade não é banal, tem raízes bem intrincadas e as suas opções têm sempre um fundamento lógico. Confesso que de todas esta é a minha personagem preferida. 

A protagonista Emily Thorne, na realidade Amanda Clarke, interpretada por Emily VanCamp é vingativa até ao tutano, a lembrar outro personagem - Edmond Dantès do romance de Alexandre Dumas O Conde Monte Cristo - e apesar dos seus actos estarem justificados pelo facto de estar a limpar o nome de seu pai David Clarke, não tem para mim o mesmo impacto causado pela malvada Victoria Grayson.

Ou seja se um dia eu me decidir passar para o dark side será ao estilo maléfico de Victoria e não ao estilo vingativo de Amanda.