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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Ai muito gostam os portuguesinhos de meter títulos em todo o lado

Atentem neste excerto como exemplo do abuso de mesuras que é muito utilizado em contexto de trabalho.


"...com o Sr. Administrador, com a Sra. Diretora Jurídica e com a Sra. Diretora dos Recursos Humanos..."

Como diria o outro o senhor e a senhora estão no céu. Quem escreveu este texto deve ter  pensado que seria insultuoso para os titulares desses cargos que a sua designação viesse sem o Sr ou a Sra antes. Ora digam-me lá se não soa a pretenciosismo bacoco. O uso e abuso dos títulos é o com aquilo com que mais nos deparamos. Pessoas que fazem questão de serem tratadas por vários títulos (em determinadas situações podem acumular até três) e ai de quem não o faça, pessoas que não possuem um curso superior, mas conseguiram uma ascenção social e que por isso se auto-intitulam de Dr Fulano de tal...

Mas este fenómeno funciona na razão inversa do curriculo vitae. As pessoas que eu conheço com mais prestígio (inclusivamente a nível internacional) são em 90% dos casos as mais simples e discretas. Os arrogantezinhos bacocos são mesmo aqueles que, enfim não alcançaram o mesmo nível de prestigio dos primeiros, mas pensam que estão muito acima dos demais. 

A mim acontece-me também uma coisa deste género, reparo que há pessoas que conhecendo-me há anos continuam a dirigir-se a mim referindo o título de Dra, eu que não sou nada dada a essas coisas (até já fui a um banco que tinha registado o titulo no meu cartão de débito pedir para o retirarem) já referi que não seria necessário, mas se preferem assim eu procuro que seja mais confortável faze-lo e por isso respeito.

Por isso e em jeito de resumo deixo aqui algumas dicas para que o uso de títulos seja usado de forma mais sensata:

- A designação de Sr ou de Sra só precede o nome próprio, no caso de estarem a ser usados os títulos dos cargos que ocupam não é preciso colocar mais nada. 

- Outro exemplo: quando estão ao telefone ou na assinatura do e-mail, carta não se identifiquem com o título Dr ou Eng ou Arq António Joaquim Pardais ao Ninho, é que os vossos paizinhos não vos batizaram "Dôtores" (bem se calhar alguns até gostariam de ter tido essa oportunidade, mas enfim).

- O título de Doutor deve ser utilizado no caso dos médicos e para todos os doutorados. Os licenciados e os mestres não deveriam receber esse tratamento.  

domingo, 4 de maio de 2014

Audrey Hepburn

Se fosse viva faria hoje 85 anos, uma mulher de uma beleza e um estilo irrepreensível que continua a inspirar mulheres, o verdadeiro exemplo de uma grande Senhora.


 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

"Faz-me um like" ou a necessidade de aprovação alheia elevada ao limite








Hoje de manhã li um artigo acerca da necessidade que as pessoas têm de ter "likes" nos posts do Facebook e quando alguns minutos mais tarde abri a minha página concluí que estou francamente cansada de tanto post sempre a puxar para o lamechas, ou são músicas ou são fotos, ou são frases copiadas da net e publicadas como forma de alimentar egos e supostamente transmitir uma imagem pessoal de bonzinho. Conclusão é tudo eliminado e só leio 5%, às vezes nem isso, daquilo que ali está publicado e isto é assim praticamente todos os dias.

Voltando ao texto que li o autor conclui que estamos todos viciados em likes e na aprovação de terceiros. Num outro estudo concluiu-se que existem jovens que têm depressões porque não recebem determinado número de likes por dia. 

A necessidade exagerada de aprovação de terceiros revela uma falta de auto-estima enorme e se assim é seria melhor repensar tudo na vida e olharem para dentro de si mesmos e sem medos descobrirem o que vos aflige. Eu convivo diariamente com pessoas que regem as suas vidas por aquilo que os outros vão pensar e com pessoas que se estão marinbando totalmente para o que os outros pensam. Ambos os casos são reveladores de que alguma coisa não está bem. Como se costuma dizer: nem tanto ao mar nem tanto à terra.

Quem é que nos garante que os outros são melhores do que nós e que se nos criticam ou não nos dão um "like" é porque quem está errado somos nós. Será que não é precisamente ao contrário? Quase sempre os outros têm os seus próprios motivos para dizerem ou agirem de determinada forma, mas isso não faz deles senhores da razão. 

Por outro lado acreditar que não se precisa dos outros é viver alienado. Somos animais gregários temos de viver em conjunto porque isso é necessário à nossa sobrevivência, ninguém consegue subsistir sozinho. Por isso o nosso comportamento perante os outros tem importância e as suas opiniões até a um certo ponto está claro que contam.

A linha que separa o que é a saudável convivência da dependência total da aprovação alheia é ténue e basta que a fomação psiquica e emocional de cada um não tenha sido melhor para destabilizar tudo. Esta necessidade sempre existiu e vai continuar a existir o que acredito é que as redes sociais vieram exponenciar a possibilidade de estar em contacto com dezenas, centenas ou até mesmo milhares de pessoas ao mesmo tempo e  que isso tornou publicas necessidades que de outra forma estariam remetidas para um numero consideravelmente menor de pessoas.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Como falar de dinheiro: uma questão de tom



Quando se trata de falar de dinheiro, mandam as boas regras que este assunto seja abordado de uma forma discreta e quanto menos ostentação melhor. 

O que eu acabei de dizer não é praticado por um grande número de pessoas que se lerem a afirmação anterior vão chamar-me bota de elástico. Hoje em dia fala-se de dinheiro, ostenta-se tudo o que ele pode comprar sem grande contenção. Ou por outro lado lamuria-se pelos cantos a ausência do mesmo na carteira. Sim são outros tempos, mas as boas maneiras são intemporais meus caros.

Tudo isto vem a propósito do quê? Há relativamente pouco tempo tive de pedir um orçamento para um tratamento que me estava a ser proposto. Ao ouvir a descrição do mesmo comecei a calcular que não poderia arriscar a tomar uma decisão sem saber o valor. Tudo normal até aqui. A resposta da minha interlocutora é que foi bem tola.

- Sorriso desdenhoso acompanhado da seguinte tirada: Ah preços! dinheiro é o que menos me preocupa aqui.

Como?!? Say it again! 

A minha resposta foi: sim a si deve ser o que menos lhe importa agora a mim que o vou dispender importa-me e muito, por isso faça as contas e dê-me o orçamento por favor. 

Claro que a senhora percebeu que tinha tido uma tirada bastante infeliz pegou na máquina e apresentou o valor.

O valor era exorbitante e eu negociei-o até chegar ao montante que eu pretendia gastar e que era muito menos.

Conclusão: ao falar de dinheiro, principalmente se estamos na posição desta senhora que o ia receber e não gastar ficará bem não ter saídas destas, porque tal como eu, a maioria das pessoas vai pensar: sim sim a ti não te faz diferença nenhuma porque és tu que o vais receber. Estás a ver se me metes a mão na carteira estás. 

Se estiverem no lugar do consumidor têm duas hipoteses: se tiverem para gastar façam-no sem grande alarde ou se como eu tiverem disponivel um valor inferior negoceiem mas sem lamurias nem queixumes do género: ai que horror é tão caro, ai que este mês de não me dá jeito nenhum, ai que me cortaram no vencimento...

Ninguém  tem nada a haver com as vossas finanças sejam elas folgadas ou mais à justa é esta a lição




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O que vestir eis a questão

Lipstickjungle: são giras, sexys e vocês podem ser assim


"Vista-se para o trabalho que quer e não para o que tem."

Esta espécie de mantra usado em tantos livros e cursos sobre  imagem pessoal é, no entanto ignorado e esquecido por muitas pessoas que julgo eu das duas uma: ou andam distraídas ou não acreditam no poder que a imagem certa nos confere.

Ah já vos estou a ouvir dizer: pois para ti é fácil, gostas de roupinhas e de carteiras e de sapatos, sabes sempre como andar apresentável, maquilhas-te todos os dias e por aí fora. De facto para mim sempre foi natural andar apresentável, arranjada e sou mesmo daquelas que não vai ao supermercado de cara deslavada, a única exceção é quando vou pôr o lixo nos contentores e só porque só estou 2 minutos fora da porta.

Adiante, se para mim é fácil entendo que exista por aí muita boa alma para quem não seja. Aquilo que eu pretendo aos escrever este post é que compreendam que não é impossível: de incio vai custar, vai exigir disciplina e reorganização do vosso tempo, se calhar vão ter de ler e aprender um boacado sobre como se vestir maquilhar e escolher os acessórios certos. Mas trata-se de encarar esta preparação como um aumento dos vossos conhecimentos que vos vão permitir investir em vós mesmos, melhorar a vossa auto-estima e com isso estar melhor junto dos outros e com uma cara mais sorridente e radiante. São só ganhos não duvidem. 

No mundo do trabalho é cada vez mais necessário ter a imagem certa, isto não é fútil ou bacoco contrariamente ao que possam pensar. Se são daqueles que acreditam: o que importa é que eu seja competente o resto não interessa muito repensem outra vez. Quem vos  está a ver tem olhos na cara não consegue ver de imediato a vossa comptência ou todas as outras qualidades que possuem. Todos nós somos influenciados pela aparência do outro e se o outro tem roupas desadequadas, sujas, se o cabelo tem mau aspecto, se a cara estiver maltratada, etc, esqueçam lá o vosso interior magnifico porque o que se vê por fora cria automaticamente má impressão e não se esqueçam as primeiras impressões contam e muito. 

Não confundam isto com ai se eu não for uma top-model nada feito, ou as tipas boazonas é que se safam, ou se eu fosse o Orlando Bloom é que era. Errado quando se fala de aparência e de roupa está-se a falar de tirar o melhor partido daquilo que fomos dotados pela mãe natureza. A maioria das pessoas não se enquadra nos afamados padrões de beleza, mas isso na realidade só interessa a quem vai fazer carreira em áreas de moda e afins. Aos demais o que interessa é estar apresentável, repito utilizando da melhor forma possivel os atributos que tem. Isto implica conhecer-se a si mesmo e ter auto-estima. 

O que fazer então para melhorarmos?

- Se não se sentem à vontade e se sentem perdidas leiam, vejam videos no youtube de auto-maquilhagem, peçam ajuda a quem trabalha em lojas para escolher o que vos fica melhor (mas olhem primeiro para a pessoa para ver se vos vai ajudar ou se está ali para vos impingir qualquer coisa, ouçam também o seu discurso e mantenham o espírito critico). 

- Enquanto a experiência não é muita fiquem-se pelo básico e essencial tanto na roupa, como nos acessórios e na maquilhagem. Uma boa imagem depende mais do básico do que do excessivamente construído.
As minhas regras básicas que aqui partilho convosco são:

- Preparar de véspera a roupa: escolher um dois conjuntos, verificar o estado da roupa, dos sapatos e dos acessórios (de manhã não vão ter tempo para nada disto e depois... asneira. Já me aconteceu várias vezes, ninguém é perfeito).

- Para a carteira há duas opções: Ou escolhem uma que vão usar a semana toda, por exemplo. Se esta for a minha opção opto pela cor camel e de tamanho médio que me permita carrega-la conforme as necessidades do dia.

Ou vão mudando conforme a roupa do dia. É engraçado faze-lo, mas não se esqueçam de tratar da escolha e da mudança também de véspera, porque de manhã vão esquecer-se de alguma coisa na outra carteira (bom a mim às vezes mesmo de véspera corre mal e só dou por ela quando estou no elevador, mas vá eu sou um bocado despistada).

- Estou de rastos apetece-me ficar na cama, porque dormi 5 horas e agora é que sabia bem: as mães e todas as que gostam de se deitar tarde sabem do que eu estou a falar. Os truques: um toque de cor na maquilhagem - em dias menos bons é fundamental apostar nos cremes para tratar da má cara e depois na maquilhagem para realçar o que temos de bom; um bom acessório ou uma peça de cor forte junto ao rosto, nada de tons pastel nem pretos nem coisas que não nos favoreçam. Bebam um café bem forte antes de sair porta fora, não vão para o trânsito ou para os transportes com sono, porque se forem ao volante os reflexos ficam mais lentos e nos transportes ainda adormecem e passam a vossa paragem.

- Escolham roupa confortável e que vos favoreça, se têm problemas de transpiração evitem os tecidos que vos fazem sauna ou aqueles que vão ficar amarelos com a mistura do suor e do desodorizante. Usem sapatos confortáveis e se quiserem usar saltos mas têm dúvida se os vão aguentar durante 10/12 horas metam na carteira umas sabrinas para trocar quando necessário, dores de pés e pernas aparecem na cara e no humor é certinho.

- Socorro adormeci e não tenho tempo para nada! Errado. Há sempre tempo para colocar um BB Cream, máscara de pestanas e baton nude e fazer um apanhado no cabelo, basta isto para fazer a dieferença.

- Estojo de maquilhagem para o trabalho: a minha bolsa é enorme tem tudo, literalmente tudo. Porquê? Porque eu gosto de acabar de me maquilhar antes de entrar ao serviço e de retocar se for caso disso. (um dia dou-vos a lista completa do conteúdo da bolsa). 

Mas o fundamental mesmo:

- Pó compacto ou creme compacto, 
- Máscara de pestanas, 
- baton, 
- cotonetes para corrigir os esborratados, 
- geleia real para hidratar o que for preciso, 
- lápis dos olhos se o usarem, 
- espelho pequeno, 
- escova ou pente pequeno,
- toalhetes


Por fim: não tenham vergonha de serem vaidosas (não em excesso), não tenham medo de parecerem futeis ou bacocas - porque só tem este medo quem não é futil ou bacoca, aposto que nunca tinham pensado nisto. Aprendam a gostar de vocês, porque esse é o primeiro passo para a felicidade. Sorriam muito e a todos, ainda que estejam um caos por dentro, um sorriso faz maravilhas, resolve e evita muita coisa. 

Ok o texto foi escrito sobretudo para o publico feminino, para o homens as principais recomendações são as mesmas. Cuidado com o que vestem mesmo que tenham um emprego mais informal.  Se tiverem de usar fato, o que acontece com regularidade, percam tempo a escolhe-los, invistam em bons materiais e atenção ao corte. Peçam ajuda à mãe, à namorada, à irmã e levem-nas convosco, porque contrariamente a vocês as mulheres gostam de ir às compras (e alguns homens também, ou será que é só o meu?).
Usem cremes que não perdem a vossa masculinidade por tratar da cara ok? Mantenham a barba feita, sim a maioria das mulheres gosta daquela barba de 3 dias, mas mais do que isso não. O cabelo também deve andar cuidado.

Banalização da palavra humilde









..."a nossa equipa vêm por este meio, pedir humildemente, a sua participação num breve questionário"...

Este é um exemplo prático de como a palavra humilde é usada a propósito de tudo e de nada tornando-se ridiculo o seu uso. No caso trata-se um grupo de trabalho que precisa que lhe respondam a um questionário. Para isso não necessitava de usar o termo humildemente para pedir que respondam ao dito, dá a sensação a quem lê que estão a pedir perdão por terem cometido alguma falha e estão a faze-lo perante alguém seu superior.

Desde há uns anos a esta parte tornou-se moda usar o termo humilde e suas variantes, porque se crê que assim se está a ser politicamente correcto, não se tem peneiras, não se é vaidoso enfim não nos estamos a colocar acima dos outros.

Mas querem saber uma coisa, a maior parte das vezes que eu ouço alguém a empregar esta palavra o que penso é: és um mentiroso e um hipócrita estás a ser falso e és um peneirento. Pois para mim a verdadeira humildade não é anunciada aos outros é vivida por cada um de forma discreta. As pessoas que eu conheço veradeiramente humildes não usam essa palavra no seu discurso.

Não é usando esta palavra que nos tornamos automaticamente bem vistos aos olhos dos outros; pensei nisso antes de a pronunciar ou escrever.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Este recadinho é para os bisbilhoteiros que pairam na minha vida






Desde pequena que não gosto que espreitem por cima do meu ombro quando estou a estudar ou a trabalhar. Deixa-me irritada e nervosa, parece que me estão a espiolhar a controlar o que estou a fazer.

Infelizmente muito boa gente tem este péssimo hábito e piora ainda mais quando se põem a comentar o que eu estou a ver sem ninguém lhes ter perguntado nada.

Isto tudo porque eu tenho alguns colegas que me fazem isto sistematicamente e eu fico possessa e só não levam um chega para lá bem malcriado, porque a minha educação mo impede. Normalmente o meu comentário é: precisas de alguma coisa? Mas quando a pessoa não se enxerga e continua, aí é que fico danada.

Conclusão: é feio espiolhar por cima do ombro, mas comentar sem ninguém ter perguntado nada é mesmo descaramento.



terça-feira, 30 de abril de 2013

Festinhas são para cães e gatos




Não gosto de pessoas que não respeitam o meu círculo fisico. Passo a explicar: sabem aquelas pessoas que têm a mania de a propósito de tudo e nada vos passarem a mão pelo ombro, fazerem uma festinha na cabeça, isto é, invadem o vosso espaço fisico a despropósito. Não falo de homens armados em engraçadinhos, falo de mulheres que gostam, sabe Deus porquê, de andar sempre nesta lamechice mesmo que sejam apenas conhecidas sem vínculos de amizade.

Até pode ser esquisitice minha, mas eu fico irritada quando se põem com estas demonstrações de afecto, como seu eu fosse uma gata a quem se pode andar sempre a passar a mão pelo pêlo. Ou como se eu precisasse de colinho.

E quando estive grávida, ó meus amigos, era cá uma chatice! Porque a barriga é minha. Não é da comunidade só porque tem lá um bebé. Por isso lá me torcia eu como uma cobra para evitar educadamente as festinhas na minha barriga. As minhas amigas e colegas que me conhecem melhor pediam-me para tocar na barriga porque eu lhes expliquei previamente que o corpo continuava a ser meu. Mas a pessoas que se cruzavam comigo no corredor do trabalho ou na rua aí era mesmo fazer contorcionismo.

Conclusão: as minhas demonstrações de afecto são para pessoas com quem mantenho uma relação próxima, ao resto do pessoal agradeço que deixem as festas para os gatos e cães.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Até para usar o Facebook são precisas boas maneiras





O facebook está na vida de quase todos nós quer em termos profissionais quer em termos pessoais. Tem feito correr muita tinta sobre as suas vantagens e inconvenientes e a razão que me leva a escrever mais um artigo sobre o facebook é porque percebo que apesar de tudo o que é dito, muitos utilizadores continuam a fazer um mau uso desta ferramenta.

A utilização do Facebook pressupõe (ou deveria pressupor) regras básicas de boas maneiras, porque estamos a interferir na vida dos outros e por isso, como o meu pai sempre me ensinou: "a minha liberdade termina onde começa a do outro".

Aqui vão alguns temas que não deviam ser "postados" porque não interessam a ninguém, nem ao menino Jesus, nada, nadinha (deixa-me reforçar bem esta ideia a ver se entra na cabeça de muito boa gente):

1) Dietas e exercicio: não queremos saber quantas calorias perderam no passeio que deram hoje, nem quantos Kilómetros correram.

2) Fotos de comidas ou bebidas: no ultimo Verão fui bombardeada com milhares de fotos dos lanches, almoços, jantares, ceias e o diabo a quatro que os meus facebook friends andavam a degustar. Ninguém quer saber disto para nada. Comam e bebam e que vos faça bom proveito, mas não queremos fotos.

3) Deixar frases a meio ou colocar comentários enigmáticos: eu sei que se costuma dizer "que para bom entendedor meia palavra basta", mas não é verdade. Na maior parte das vezes fica-se com cara de parvo a ler estes posts e a pensar: já dizias o queres. Se é para alguém em particular que vai entender as entrelinhas mandem apenas para essa pessoa ou pessoas.

4) Requests para jogos: apesar de existirem muitas pessoas que jogam joguinhos do FB outras não acham graça nenhuma (moi nunca jogou nem tenciona faze-lo). Não enviem convites  a torto e a direito. Descubram quais dos vossos  facebook friends joga e convidem-nos a eles.

5) Mães/Pais galinha: Os nossos filhos são um grande motivo de orgulho e quando são pequenos têm muita piada. É certo que sim, mas acreditem que os outros, na maior parte das vezes, não lhe acha assim tanta graça. Mais, a maioria das pessoas publica imagens de menores sem quaisquer cuidados o que é no minimo falta de bom senso.

6) Detalhes da vida pessoal: parece-me que muito boa gente se esqueceu do que significa vida pessoal: quer dizer que não é publica, que não é para ser lida por milhares (sim podem ser mesmo milhares) de outras pessoas.

7) Postar todos sitios onde se vai: onde esteve há cinco minutos? Na taberna do Ti' Quim não interessa nada a ninguém. Ninguém quer saber a sua rotina diária. Se for algum sitio de que gostou bastante e quer partilhar ok, mas todos os sitios não!

8) Albuns de fotos: não percebo o porquê de partilhar as fotos pessoais de férias, jantaradas, com amigos ou sem amigos. A coisa até pode ter sido fantástica, mas partilhar 50 fotos com meio mundo não faz sentido nenhum. Se querem partilhar com a vossa lista completa de facebook friends limitem-se a 3 ou 4 e que sejam mesmo interessantes.

9) Spam de eventos: Não partilhe eventos que nem sabe ao certo o que são.

10) Viciados em likes: não esteja sempre a fazer likes nos posts dos outros, porque dá a ideia de perseguição. Não é cool como muitos pensam.



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Coisas nada higiénicas





Desculpem lá mas não consigo entender como é possivel comer na casa de banho. Noutro dia uma colega minha contou-em que tinha visto uma miuda a comer na casa de banho e eu fiquei solidária com ela na nojice que isso é. Hoje foi a minha  vez: a meio da tarde entrei na casa de banho do trabalho e quando reparo está uma senhora toda bem arranjada a mastigar calmamente a sua sandes. Eu só pensei: que nojo!!! esta casa de banho cheira mal que fede está suja de papeis por todos os lados. Eu até ia retocar a maquilhagem, mas desisti por causa do cheiro e aquela alminha estava ali a lanchar como se estivesse numa confeitaria. Arggghhh porcaria das grandes.

Vou dizer aso serviços técnicos para colocarem um cartaz destes nas portas dos WC. Nunca pensei que fosse preciso, mas pelos vistos é.