quinta-feira, 2 de outubro de 2014

As três Marias, as minhas gatinhas

Desde criança que o meu animal doméstico preferido são os gatos, tive o primeiro aos 7 anos e não mais deixei de ter pelo menos um.

Quando casei e poucos meses depois adotamos a primeira gata. Tenho a sorte de ter um marito que gosta de gatos e também sempre teve mais do que um.

A Sra D. Maria Pipa (Pipinha para a familia e amigos) tem ascendência Bosques da Noruega e foi recolhida das ruas em bebé. Quem a  recolheu colocou um anúncio que eu vi casualmente e achei-a tão linda que não hesitei em ficar com ela. Só gostava dos donos e tudo quanto fosse pessoal de fora não lhe via o focinho. Depois nasceu o pimpolho, a danada ficou cheia de ciumes e fez umas asneiras valentes, mas com o tempo ficou mais sociável e foi aceitando a companhia de mais pessoas. 

A fazer o que mais gosta: dormir

Foi também nela que me inspirei para dar o nome ao blogue, como já vos tinha contado. 

Há quase dois anos comecei a pensar numa amiga para a Pipinha queria uma gata branca e queria que se desse bem com o pimpolho. 

A menina Kitty veio juntar-se à familia por acidente. Numa das visitas que fiz levei o pimpolho comigo e na Sociedade Protectora dos Animais estava aquela coisa fofinha. Como disse a senhora, o mais branco que agora tenho cá  é esta gatinha, mas é um doce e adora crianças. Tudo verdade exceto que da cor branca pouco ou nada tem (uma vez que é cruzada de Siamês). É um doce de animal (nunca conheci um gato que gostasse tanto de pessoas) eu digo que ela é uma oferecida porque pede mimo e colo a todos quantos nos entram pela porta dentro. Já tem sido engraçado vê-la a pedir colo aos senhores da Tv Cabo ou aos senhores que vão lá a casa fazer arranjos e consegue sempre pelo menos uma festa. Adora o pimpolho, quando ele está na escola passa as manhãs deitada no corredor em frente à porta à espera que ele chegue e depois não o larga. 

Pois quem não gosta dela é a Pipinha, não a tolera de todo, isto apesar da Kitty ter feito todos os esforços para se tornar amiga dela. 

É uma amostra de gata e por isso eu digo que ela é portátil por ser tão fácil traze-la debaixo do braço

Mas faltava a gata branca, e eu andava há anos a tentar arranjar uma. Pela primeira vez na vida pensei em comprar um animal, persa está bom de ver. O problema é que são caros e a mim custava-me muito pagar para ter um bicho e assim fui adiando a decisão. Até que nos últimos dias de Dezembro de 2013 dou de caras com um anuncio de uma gata bebé disponível para oferta. Tratei logo de a ir buscar antes que fosse mais uma vez tarde demais. 
Trouxe para casa uma versão mini do Diabo da Tasmânia. Anti-social, não se deu pelo nome durante meses, não gosta muito de ser acariciada e só eu consigo pegar nela colo por 30 segundos, não quer mimos de ninguém, trepa a todos os moveis nada é demasiado alto para ela. Roi tudo quanto é plástico, rasga sacos de areia. Mas é adorada pela Pipinha que a adotou-a desde o primeiro momento e se o marito lhe ralha ou a coloca de castigo é ver a Pipinha a miar desesperada a olhar para o dono e a pedir que a tire do castigo. Dá-se bem com a Kitty que é mais parceira de brincadeiras. 

E esta é a Sissi (bem lhe dei o nome de uma imperatriz a ver se saía outra dama como a Pipinha, mas não serviu de nada).

Raro momento de tranquilidade desta pestinha

Olhem lá como são amigas


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